Home Mercados Ibovespa: veja os 14 destaques do fechamento de hoje; GPA perdeu 7,41% 

Ibovespa: veja os 14 destaques do fechamento de hoje; GPA perdeu 7,41% 

O Ibovespa subiu 0,15%, a 129.609,05 pontos

por Reuters
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O Ibovespa (IBOV) fechou com uma alta discreta nesta segunda-feira, em sessão de agenda relativamente fraca, com performance apoiada particularmente no avanço das ações da Petrobras (PETR4) e de empresas de proteínas como BRF (BRFS3) e JBS (JBSS3), mas enfraquecida pelo declínio dos papéis da Vale (VALE3).

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,15%, a 129.609,05 pontos. Na máxima do dia, chegou a 129.977,73 pontos. Na mínima, a 129.076,84 pontos. O volume financeiro somou 17,36 bilhões de reais.

No exterior, a semana também começou com oscilações modestas em Wall Street, onde o S&P 500 fechou com variação negativa de 0,39%, enquanto o Dow Jones cedeu 0,16% e o Nasdaq perdeu 0,13%, tendo no radar dados dos EUA de atividade, com uma segunda leitura do PIB do segundo trimestre, e de inflação, com o índice PCE, nos próximos dias.

O calendário no Brasil também terá números sobre o comportamento dos preços, com o IPCA-15 na terça-feira, e de atividade, com o PIB na sexta-feira, que devem ser monitorados, assim como resultados corporativos de empresas como BRF, Ultrapar, Suzano, Ambev, entre outras.

De acordo com análise técnica da equipe da BB Investimentos, o Ibovespa teve uma semana positiva, testando a próxima resistência, na faixa dos 130.400 pontos, mas se manteve dentro da congestão que tem essa faixa como teto e o suporte dos 126.300 como piso.

“A cautela encontra respaldo também no cenário externo, já que, apesar de uma primeira rodada de balanços corporativos com números positivos, ainda restam dúvidas sobre o rumo da política monetária do Federal Reserve, além de atenção em relação ao ritmo de crescimento da economia chinesa”, afirmou.

(Imagem: Reprodução/Site Oficial B3)
(Imagem: Reprodução/Site Oficial B3)

No mercado doméstico, a equipe da BB Investimentos destacou que as projeções de inflação vêm cedendo gradualmente, o que pode favorecer o investimento em renda variável, já que a materialização de um cenário mais otimista de inflação abriria espaço para maior ritmo de corte das taxas de juros.

“Entendemos tal sequência de eventos como o principal gatilho para a busca da resistência mais relevante, dos 134.200 pontos, topo histórico do índice”, afirmou em nota a clientes.

Destaques

Petrobras (PETR4) valorizou-se 1,89%, a 42,69 reais, após duas quedas seguidas, endossada pela melhora do petróleo no exterior ao longo do pregão.

O barril de Brent fechou com elevação de 1,11%. Petrobras (PETR3) terminou com um ganho de 1,05%, a 44,08 reais.

Vale (VALE3) caiu 2,42%, a 65,75 reais, pressionada pelo declínio dos futuros do minério de ferro na China. O contrato mais negociado na Bolsa de Mercadorias de Dalian encerrou as negociações do dia com perda de 3,21%.

Investidores também seguem atentos a ruídos envolvendo o comando da mineradora. No final da tarde, a Vale informou que reverteu a suspensão das minas de Sossego e de Onça Puma, ambas no Pará.

JBS (JBSS3) subiu 4,19%, a 22,14 reais, tendo de pano de fundo resultado da processadora de aves Pilgrim’s Pride, controlada pela brasileira, que superou estimativas de vendas e lucros do quarto trimestre, ajudada pela demanda resiliente por alimentos prontos para consumo e melhora da cadeia de suprimentos, juntamente com a redução dos custos de insumos.

No setor, Minerva (BEEF3) fechou em alta de 2%.

BRF (BRFS3) avançou 3,78%, a 14,01 reais, tendo no radar resultado do quarto trimestre após o fechamento do mercado.

A Genial Investimentos afirmou que espera ver uma recuperação sequencial de margens, em virtude de preços melhores de in natura, devido a normalização do cenário de sobreoferta global do frango, e de custos menores.

Marfrig (MRFG3), principal acionista da BRF, encerrou com acréscimo de 3,87%.

Braskem (BRKM5) ganhou 3,32%, a 20,88 reais, em meio a expectativas relacionadas à venda da participação da Novonor, ex-Odrebecht, na companhia. Também no radar estão desdobramentos relacionados à CPI da Braskem.

De acordo com a Agência Senado, o senador Rogério de Carvalho (PT-SE), relator da CPI, deverá apresentar seu plano de trabalho nesta terça-feira.

(Imagem: Reprodução/Facebook/Pão de Açúcar)
(Imagem: Reprodução/Facebook/Pão de Açúcar)

GPA (PCAR3) perdeu 7,41%, a 3,50 reais, engatando a terceira queda seguida e fechando em uma mínima desde o começo de dezembro, o que ampliou para 18% a perda dos papéis da companhia desde a divulgação do resultado do quarto trimestre do ano passado.

Cielo (CIEL3) subiu 1,50%, a 5,43 reais, após a suspensão do processo para realizar uma oferta pública de aquisição (OPA) das ações da companhia pelos controladores. A decisão foi tomada depois que acionistas minoritários pediram assembleia especial para decidir sobre um novo laudo de avaliação dos papéis da empresa de meios de pagamentos.

Itaú Unibanco (ITUB4) fechou com variação positiva de 0,29%, a 34,36 reais, enquanto Bradesco (BBDC4) fechou com um decréscimo de 0,14%, a 13,80 reais.

Americanas (AMER3), que não faz parte do Ibovespa, caiu 3,85%, a 0,50 real, após divulgar seus resultados para os primeiros nove meses de 2023 depois de vários atrasos, classificando o ano como “o mais desafiador” de sua história.

A companhia também divulgou que o Juízo da 4ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro homologou nesta segunda-feira o plano de recuperação judicial (PRJ) do grupo.

Light (LIGT3), que também não faz parte do Ibovespa, recuou 4,35%, a 5,06 reais, tendo no radar que o conselho de administração aprovou uma atualização do plano de recuperação judicial da companhia, com termos e condições que buscam um maior alinhamento com os interesses de credores e outros “stakeholders”.

M. Dias Branco (MDIA3), também de fora do Ibovespa, avançou 2,12%, a 40,98 reais, em meio à repercussão do lucro líquido de 341,9 milhões de reais no quarto trimestre de 2023, um salto de 22 vezes na comparação com o mesmo período do ano anterior, em meio a um aumento nos volumes vendidos

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