Temos visto com muita frequência na grande mídia diversas matérias sobre a atual tendência de alta da inflação no Brasil. O fato é: atingimos em 2015 o maior nível do IPCA para os últimos 12 anos. Para quem não sabe, o IPCA é um dos índices de referência da inflação utilizados no Brasil.

E nosso cenário não é nada animador. A inflação acumulada nos últimos 12 meses ronda os 8%, nível mais alto desde dezembro de 2003, bem acima do teto da meta definido pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 6,50% ao ano. Portanto, os dados indicam de forma clara que a inflação não está baixa, tampouco tão controlada como ouvimos das autoridades responsáveis nos últimos meses.

A deterioração das expectativas de agentes do mercado é um sinal adicional muito importante. Isso fica evidente comparando o relatório Focus de março, que apontou um IPCA para 2015 acima de 8%, com o primeiro boletim do ano, quando o índice era estimado em “apenas” 6,60% para o período.

E mais: não descartamos que os números finais da inflação terminem ainda maiores. Isso porque entendemos que há ao menos dois elementos não devidamente contemplados nessas estimativas de consenso.

E como a alta da Inflação mexe no seu bolso e no seu patrimônio?

De forma imediata, como todos sabemos, inflação alta resulta em menor poder de compra. E isto todos nós já temos sentido há algum tempo ao comprar itens básicos do dia a dia, ao encher o tanque do carro e mesmo ao pagar a conta de luz no final do mês. Se fosse apenas isso, ok. Mas, infelizmente, o problema não para por aqui.

O melhor exemplo para ilustrar isso é a poupança, forma de investimento tão conhecida dentre os trabalhadores brasileiros. Mais precisamente, de 125 milhões de brasileiros. Acredite ou não, TODOS estes 125 milhões de brasileiros que deixaram seu dinheiro aplicado na poupança durante o ano de 2014 perderam dinheiro. Parece impossível, mas não é. Isto aconteceu em 2014, e está acontecendo neste exato momento, por conta de uma culpada… Adivinha quem? Pois é, a inflação.

O que fazer então para se proteger da inflação?

É justamente isso que temos estudado por aqui: formas seguras de proteção do seu poder de compra e, ainda mais importante, do seu patrimônio contra a deterioração que a inflação proporciona às pessoas comuns.

Após alguns meses de estudo, decidimos focar em 3 formas seguras e descomplicadas de investimento para que qualquer pessoa comum, com um grau de instrução básico possa se proteger a partir de agora. Esta análise está compilada em um relatório especial GRATUITO sobre inflação, que você pode acessar imediatamente, bastando apenas clicar aqui, inserindo seu nome e endereço de e-mail.

O pior dos cenários para o insucesso financeiro é ficar parado, imóvel, apenas acompanhando o desenrolar da crise econômica. Ao longo dos anos, e atravessando outras crises, concluímos que uma postura ativa à frente dos investimentos pode minimizar perdas e, com bastante empenho, buscar bons resultados.

Comece agora, clique aqui, faça seu cadastro gratuitamente, aprenda como superar a inflação e faça de 2015 um ano marcante rumo a independência financeira. Até a próxima!

Nota: Esta coluna é mantida pela Empiricus, que contribui para que os leitores do Dinheirama tenham acesso a conteúdo gratuito de qualidade.

Foto: Symbol of inflation, Shutterstock.

Empiricus Research
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