28 mai Finanças Pessoais

Riqueza, liberdade e ter muito dinheiro, você quer?

Ficar rico, ter muito dinheiro e acumular riqueza não tem relação apenas com quanto se tem em termos financeiros. Liberdade e padrão de vida são os pontos essenciais!

por Conrado Navarro
há 2 anos

Riqueza, liberdade e ter muito dinheiro, você quer?Patrícia comenta: “Navarro, esses dias tive uma conversa daquelas com uma amiga em torno da definição de riqueza. Ela insistia na dimensão material do termo, abordando as histórias de gente milionária, com carros, mansões e eu preferi o olhar mais humano, da pessoa livre e capaz de realizar seus sonhos de forma sustentável. Gostaria de saber sua opinião sobre tudo isso. Obrigada”.

Dinheiro é bom e todo mundo gosta! Qualquer conversa sobre finanças pessoais e investimentos que se preze precisa começar com a abordagem real dos fatos: lidamos com dinheiro todos os dias, ele é importante para nossos planos e representa a única maneira possível de uma costureira trocar seu trabalho por um pão sem ter que costurar a roupa do padeiro, como gosta de dizer Alexandre Versignassi (livro “Crash”).

Logo, dinheiro[bb] é parte integrante de nossas responsabilidades cotidianas, assim como é a higiene, a alimentação, o cuidado com a saúde, o trabalho em si e muitas outras coisas. Ora, será que negligenciamos essa questão? Pois é, a partir desse ponto a conversa começa a ficar mais interessante.

Por que relutamos em dar a merecida atenção ao dinheiro?
Simplesmente porque é fácil esconder uma situação financeira em frangalhos. É impossível olhar para alguém e dizer “Você está endividado!”. O assunto é gerenciado de uma forma muito pessoal e amparado em justificativas e desculpas capazes de tornar o “fundo do poço” aparentemente raso e inofensivo. Tratei disso no artigo “A vitimização como falso pilar de felicidade”, publicado na semana passada.

Some ao fator “eu sei o que estou fazendo” (não sabe, coisa nenhuma!) a falta de diálogo entre as famílias, o grande apelo de ascensão social trazido pelo consumo e as expectativas externas (pressão familiar, social e no trabalho) e temos um resultado triste: o dinheiro como um fim para manter uma posição artificial (status), não para garantir qualidade de vida e independência.

Aparece o conceito de liberdade…
Há muita gente se dizendo livre e capaz de fazer o que quiser de sua vida. Será mesmo? Ao menor sinal de emergência, como o desemprego ou um problema de saúde, é uma correria até o banco ou financeira para conseguir mais empréstimo, mais prazo e melhores condições de pagar as dívidas já contraídas.

A liberdade não diz respeito a ter e fazer o que bem entender de sua vida, mas de criar as condições ideais para que seu padrão de vida seja capaz de levá-lo na direção de seus sonhos e objetivos. E viver assim significa aprender a adiar o consumo[bb] (que muitas vezes representa o conforto) para criar patrimônio capaz de prover o desejável conforto (agora sim!) por mais tempo.

Então é preciso recuperar o significado?
Imagine aquele jovem que trabalha desde cedo, que deseja poder estudar e ter uma profissão. Ele também quer ter uma família, poder trabalhar na área em que pretende estudar e assim melhorar o atual padrão de vida que possui. Olhe pela janela e contemple quantos brasileiros correspondem a esse perfil. São muitos!

E suponha que esse jovem passe apenas a responder aos estímulos externos, aos convites de seus “amigos” e aos chamados do consumo como ferramenta de inclusão social. Ele consegue um emprego como office-boy ou estagiário, mas gasta muito mais do que recebe porque tem que andar “na moda”, com um celular de última geração e etc.

Com dívidas cada vez maiores, todo seu salário serve apenas para pagar o que ele já nem quer mais. Ele então é obrigado a trabalhar mais ou buscar posições com salários maiores. Não vai além porque quer ir além, mas faz qualquer coisa para manter e cultivar a imagem que ele projetou de si próprio – que não é a sua, a verdadeira. Qualquer coisa é muito diferente do que sonhamos e realmente desejamos.

Pergunta: seu sonho ficou fraco diante da imposição social? Ao abrir mão do significado que seu objetivo deveria ter, ele simplesmente disse a si mesmo que o esforço para chegar lá seria inútil – e que, assim, o melhor mesmo é viver o presente e passar a odiar e falar mal de quem vem com esse papo de poupar, sonhar e investir. A minha orelha já está queimando só de escrever isso.

Riqueza pode ser o que você quiser, inclusive nada.
Repare que não toquei na palavra “riqueza” até agora. De propósito, preferi ilustrar nosso processo de tomada de decisões através da ótica cotidiana, das atitudes e consequências que vivemos ao tratar o dinheiro como uma mera formalidade, um item qualquer diante da caótica e difícil arte de viver. Ele é muito mais que isso.

A riqueza, acredito, não está no quanto acumulamos ao longo de uma vida, mas em como desfrutamos da jornada que decidimos viver. Logo, riqueza não deveria ser sinônimo de quanto dinheiro temos, mas de como nosso patrimônio permite que possamos viver e se essa realidade nos permite realizar pequenos e grandes objetivos.

Lembre-se do exemplo do jovem que abriu mão de seus sonhos (mesmo ele dizendo que não) para viver a vida dos outros. Como discutir o que é ou não é riqueza[bb] com alguém que deixa de lado o próprio bem-estar para simplesmente emular o modelo de riqueza dos outros?

Se aceitar a importância do dinheiro é fundamental para iniciar uma conversa sobre finanças, terminá-la sem que sonhos, objetivos e significados sejam devidamente relacionados ao conceito de riqueza é simplesmente manter as coisas como elas estão: sem sentido. E para alguém sem sentido, discutir tudo isso é bobagem – e nada acontece.

Gostaria muito de receber o feedback de vocês, leitores, sobre a questão. Usem o espaço de comentários abaixo, sigam-me no Twitter@Navarro – e também o Facebook – www.facebook.com/dinheirama – para deixarem a opinião de vocês. Concordam? Conhecem gente que ainda está deixando de lado o que realmente importa? Eu também. E agora?

Conrado Navarro

Educador financeiro, tem MBA em Finanças pela UNIFEI. Sócio-fundador do Dinheirama, autor dos livros "Dinheiro é um Santo Remédio" (Ed. Gente), “Vamos falar de dinheiro?” (Novatec) e "Dinheirama" (Blogbooks), autor do blog "Você Mais Rico" do Portal EXAME e colunista da Revista InfoMoney. No Twitter: @Navarro.

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  • Juliano

    Conrado! Seus artigos são sempre muito interessantes… Tenho 23 anos e me preocupo muito com a questão financeira. Tenho um bom controle dos meus gastos e gosto muito do assunto. Mas sempre tenho dúvidas se o correto é realizar seus sonhos agora ou guardar para o futuro. O que mais quero é poder ter um canto pra mim, poder realizar algumas viagens, tomar uma cerveja importada de vez em quando….tomara que meu futuro seja assim. E que assim eu seja feliz!

    • Mateus Reccanello

      Falou tudo.
      O que mais podemos querer, se não um canto, viagens e cervejas importadas??

      Claro que nesse meio tempo, sempre queremos uma coisa ou outra (consumismo por consumismo apenas). Mas cabe administrar esse consumismo com coisas que realmente importam (e não há nada mais subjetivo que saber o que importa).

      E estou na mesma situação que você. Controlando os gastos, começando a poupar para o futuro, mas sem abrir mão de algumas coisas que julgo importante.

      • http://dinheirama.com/ Conrado Navarro

        Olá Juliano e Mateus, tudo bem? Vocês estão certíssimos. Educação financeira precisa estar associada com uma vida boa, com padrão de vida sustentável e qualidade de vida. Para isso, temos que ver significado nos objetivos que desejamos e só assim teremos motivação para seguir adiando o consumo de supérfluos.

        No entanto, é legal curtir a jornada e aproveitar os pequenos momentos para comemorar. Ou seja, não abrir mão do que julgam importante.

        Concordo plenamente com vocês. Parabéns e obrigado por comentarem.

        • Gustavo Hirasawa

          Boa tarde pessoal. Entendo como é difícil conciliar custo de vida x padrão de vida x sonhos x independência financeira. Uma coisa que tem me ajudado bastante é o fato de estabelecer metas financeiras anuais com bom senso, realizando algumas vontades e sonhos conforme acumulo $. Portanto saiba suas entradas mensais, fixe metas de investimentos palpáveis e corte o cartão e gastos superfulos. Às vezes saímos da linha, o importante é saber voltar e continuar sua estratégia. Abraço a todos!

  • http://www.estrategistas.com/ Paulo Roberto

    Excelente texto, Navarro.

    Eu gosto de pensar em dinheiro como uma ferramenta. Se você tem bastante, você pode fazer muita coisa com ele. Patrocinar artistas, ajudar a financiar pesquisas científicas, fazer caridade… tanto coisa legal é possível com o dinheiro.

    Como você destacou, esse ponto de “aprovação social” é meio pesado. Usar dinheiro para fazer algo que não se alinha com seus sonhos é ruim e, no final, a culpa não é do dinheiro (como muita gente gosta de atribuir).

    Abraços

    • http://dinheirama.com/ Conrado Navarro

      Oi Paulo Roberto, tudo jóia? Obrigado por comentar. Você resumiu perfeitamente como devemos encarar o dinheiro: como uma ferramenta. Assino embaixo.
      Ah, estamos sentindo falta dos seus textos por aqui. Valeu. Abraços.

  • Renato C

    De um ponto de partida estritamente conceitual (e rígido), soa absurdo gastar dinheiro com nada além do que o básico e o necessário quando ambos já não estão praticamente garantidos pelo resto da sua vida, via rendimentos.

    Na prática, o que vemos é o inverso: pessoas não só gastando com supérfluos, mas o fazendo com dinheiro que nem possuem, de um futuro financeiro que elas nem sabe se terão.

    E o pior, julgam o sucesso das outras pelo nível de exposição destes supérfluos.

    Sob o meu ponto de vista, o ideal é ir atrás de uma taxa de riqueza no mínimo igual a “1” (ler “Quanto Custa Ficar Rico” – Paulo Portinho) em que o custo básico de sua vida já esteja suprido.

    Na prática, a definição de porcentagens sobre o rendimento, como um “imposto” (x% vai para a formação de patrimônio, y% para os meus gastos mensais) é a melhor forma de se alcançar isto. Este percentual vai de acordo com cada um, vinculado com o tempo de jornada que se queira ter.

    Na verdade, este “pensar sob outros termos” é uma grande transformação… antes disto ficamos com a visão midiática e marketeira de que sucesso é ter carros, apartamentos e outros passivos que sugam o seu dinheiro.

    A realidade financeira é fria, menos romântica do que se pensa. Os contos de fadas do marketing não entram na tela fria que exibe o seu extrato bancário.

    Abraços, Renato C

    • http://dinheirama.com/ Conrado Navarro

      Oi Renato, obrigado pelo comentário. Concordo com sua visão e assino embaixo. A recomendação do livro do Paulo Portinho é excelente, ele é uma grande referência à frente do INI. Obrigado.
      Abraços.

    • http://twitter.com/everton_ric Finanças Forever

      Renato, muito bacana este seu comentário. Esta de parabéns.
      Pra mim, ser rico é ser independente financeiramente pro resto da minha vida.
      :-)
      Abraços

  • http://www.efetividade.blog.br Jônatas R. Silva

    Que riqueza de texto Navarro, parabéns!

    • http://dinheirama.com/ Conrado Navarro

      Olá Jônatas, obrigado por estar sempre por aqui. É isso ai. “Tamo junto”. Abraços.

  • Celso

    Texto bem assertivo e direto, sem rodeios.

    É um privilégio notar após a leitura, que nem tudo está perdido …

    Gostei particularmente do trecho, onde se lê:

    …” Com dívidas cada vez maiores, todo seu salário serve apenas para pagar o que ele já nem quer mais. Ele então é obrigado a trabalhar mais ou buscar posições com salários maiores”

    Ele me fez lembrar da conhecida corrida dos ratos …

    Parabéns pela lucidez

    • http://dinheirama.com/ Conrado Navarro

      Oi Celso, como vai? Você sempre por aqui nos brindando com seus comentários e reforços. Muito obrigado. A corrida dos ratos é o exemplo clássico daqueles que vêem nos outros a razão de ser de seu cotidiano. Nunca estarão satisfeitos. Valeu. Abraços.

  • http://www.facebook.com/jurandyalves Jurandy Alves Do Nascimento

    Muito bom o texto me fez refletir muito sobre minhas atitudes nos últimos meses, estava bem centrado na minha educação financeira, porém cometi alguns deslizes, mas nada relacionado a dívidas, mas sim com relação a coisas supérfluas como diz no texto. Mas estou voltando meus pés ao chão com o auxilio de sua matérias. Um abraço e obrigado por nos guiar nesta caminhada.

    • http://dinheirama.com/ Conrado Navarro

      Olá Jurandy, tudo bem? De vez em quando a gente “escorrega”, mas isso não é tão problemático quando temos o hábito de revisar nossos passos e discutir a questão com naturalidade. É o que estamos fazendo e isso é saudável. Fico feliz que minhas palavras tenham contribuído para o debate. Abraços.

  • guilherme costa

    O que eu mais vivencio a respeito da riqueza, é o fato das pessoas buscarem sua riqueza na “riqueza” de outras pessoas. Vemos o vizinho com um carro novo e pensamos: “Nossa, se eu tiver esse carro seria tão bem-sucedido como o meu vizinho!” ou quando vemos amigos participando de todas as festas da cidade: “Nossa, ela deve ser muito feliz, a vida dela é uma festa!”. Nos empenhamos em conseguir esses bens e esquecemos o que queremos para nós mesmos! Primeiramente, devemos nos conhecer para não procurar para nós a riqueza de outros!

    • http://dinheirama.com/ Conrado Navarro

      Oi Guilherme, obrigado por comentar.
      Como você disse, tendemos a crer que a felicidade está sempre nas coisas e atitudes dos outros, preferindo então usar desculpas para evitar transformar nossas vidas e algo melhor. Concordo, parabéns pela visão. Abraços.

  • Antenor Vieira Junior

    Quando nossa preferência em viver não inclui o consumismo sugerido pelo marketing do cotidiano, carrões, mansões, festões, gastanças e ostentação, por uma vida simples sem grandes ações que o marketing sugere muito menos em virtude de outros, os que seguem conosco nesta jornada insinuam nosso conformismo com o viver simples e raramente aprovam a ausência de estar como os outros renovando o novo e ostentando o adquirido.
    Mas claro prefiro a vida simples, com as finanças em equilíbrio sem consumismo ou ostentação.

  • http://twitter.com/everton_ric Finanças Forever

    Ter rendimentos futuros é planejar suas finanças no passado.

    Então, ser rico significaria poder trabalhar quando quiser e onde bem entender. Pois estará recebendo proventos de seu investimentos. Aqueles que você planejou no passado. Lembra?

    Com sabedoria e educação financeira se pode obter bons rendimentos e até multiplicar seu capital. Mas para isso estudar é preciso. Aprender mais a todo instante. Beliscar as oportunidades. Ser 1% melhor a cada dia. :-)

    Abraços, e parabéns Conrado!

  • Geovanice

    Navarro,
    Sempre que leio seus artigos,me sinto invadida por um turbilhão de sentimentos.
    Quanto tempo perdi da minha vida pensando de forma diferente em relação ao dinheiro! Fico feliz em saber que ainda vou a tempo de mudar minha história financeira. Pelo menos uma coisa faço certo,que é ;nunca querer ser aquilo que eu não sou.
    Parabens pelo jeito descontraido de escrever seus artigos! Obrigada por disponibilizar conhecimento a altura de todos…
    geovanice pimenta.

  • Ítalo Nogueira

    Post excelente! Conciso nas idéias e além de tudo bastante provocador!

    Parabéns pelo excelente trabalho!

  • http://www.facebook.com/LeandroDamasc Leandro Damascena

    A grande verdade é que o ato do consumo como ideia de realização está muito enraizado na cultura ocidental, de alguma forma as pessoas ainda respondem a estímulos quase hipodérmicos, pelo viés dos meios de comunicação em massa.

    É algo tão crítico e gritante que pelo planeta o ato de comprar se tornou uma forma de diversão, o problema, como ressaltado no texto, é que a transitoriedade da realização pessoal na compra é garantida e após ela só resta surgir outro desejo.

    Chamar atenção a este fato, que é muito pertinente, é um ato admirável de revogar e exercer sua função social de economista em prol de um consumo sustentável.

    Diante de um desejo, sem dúvidas as armadilhas estão para todos, devemos pensar:

    Trabalhamos para satisfazer os nossos desejos ou desenvolvemos desejos para precisar do nosso trabalho?

  • Alfonso

    Medir riqueza seria algo do tipo:

    Se você parar de trabalhar HOJE, quantos dias você consegueria sobreviver (mantendo o mesmo padrão de vida, obviamente) ?

  • Marcello Campos

    Navarro e Renato sintetizaram meu pensamento e meu foco em grandes objetivos na parte financeira que alias é muito simples manter meu padrão de vida já atingido, me considero realizado tenho a maioria das coisa que me são importantes no meu ponto de vista nesta vida …. as vezes a vida nos reserva ciladas de diversas formas porem todas fazem com que você acabe perdendo o foco de seus objetivos temos que ser regrados e focados.

    Parabéns pelos comentários e deixo aqui meu ponto de vista.

    Um forte abraço a todos.

  • http://www.facebook.com/patriciaholmos Patricia Carla Holmos

    Olha, eu achei fantástico!
    Riqueza não se define pelos bens materiais, mas acredito que ela começa quando começamos a reeducar a nossa mente, mudando nossas atitudes e deixando de tratar o dinheiro como um simples objeto do qual necessitamos!
    Aprender, aprender e aprender… é o que eu quero e preciso!!! Isso sim me levará à riqueza!

    Um abraço a todos!

  • Augusto

    Olá, gostei muito do Post, mas eu que sou jovem,entrando na vida adulta agora, percebo não só por mim, mas falando da geração Y em geral, que infelizmente viemos e vivemos um excesso de conforto, e agora estamos literalmente sofrendo uma “crise”, pois não estamos conseguindo manter nosso padrão de vida, já que não temos mais aquela ajuda financeira dos pais, e em geral nossos padrões de vida aumentaram, fazendo com que até muito desses jovens se endividam absurdamente e sujando seus nomes.
    Mas percebo que não é uma questão de escolha, é um vicio que a classe média brasileira vem sofrendo, e acho que se não houver uma politica de conscientização o Brasil corre o risco de levar vários calotes de sua própria população no futuro,pois a geração Y não vai parar de consumir excessivamente, tendo ou não tendo dinheiro.
    Gostaria de vê um Post sobre como desapegar das coisas materiais, para que assim posso juntar meu dinheiro sem ter que sofrer tanto.

  • Douglas-saude

    realmente o que vemos hoje é um estimulo ao consumismo e um grande endividamento pessoal, tudo isso para manter status perante a sociedade!!

  • Thiago Costa

    E se conheço! Parabéns, escreve muito bem!

  • 100004042009735

    Olá, pessoal, vocês sabiam que é possível trabalhar pela internet e ganhar muito dinheiro com isso?Mesmo que você não tenha muito conhecimento na área?

    A primeira vez que ouvi isso não acreditei, mas resolvi tentar e deu certo.

    A empresa que eu trabalho na internet nos possibilita ter ganhos de até mais de R$ 8.000,00 no mes, é claro que ainda não cheguei neste valor, mas eu ja ganho o dobro do que eu ganhava trabalhando fora e isso é mto bom.

    Ficar rico é difícil, mas temos possibilidade de melhorar de vida, basta a gente querer.

    Caso alguem tenha interesse neste trabalho:

    http://www.frpromotora.com/44729702
    ou mande-me um e-mail daniellypacheco2012@bol.com.br

  • Fernando

    O problema não é o gasto com futilidades. Riqueza e felicidade estão mais associados a perder o medo e a culpa sociais doque com o que vc faz da sua vida em termos financeiros. O gasto parcimonioso do dinheiro traz uma suposta felicidade devido a suposta ausência de culpa. Alguém pode ser muito feliz tornando a grana em futilidades e depois vivendo na miséria desde que não sinta culpa por isso.

  • 100002867886143

    Muito esclarecedor esta matéria, muitos preferem colocar em prioridade suas aparências que seus próprios sonhos!

  • 100002867886143

    Muito esclarecedor esta matéria, muitos preferem colocar em prioridade suas aparências que seus próprios sonhos!

  • 100001783298166

    sem duvida uma verdade, muitos tem o dinheiro como meta, e não como uma ferramenta. Forte abraço fraternal.

  • raniel douglas araujo

    Ótimo post, aqui vai meu comentário.
    Nossos desejos são frutos do contato com o mundo exterior. Esse contato gera o desejo ter algo, de fazer algo. Esse desejo nos move e nos faz acordar cedo para ir trabalhar. O contato com o universo externo tbm é importante para o ser definir o que quer e quando atinge o que quer, seja por que tem dinheiro para ter ou se endividando, a felicidade lhe faz uma visita. Mas logo o ser quer outra coisa, já conquistou aquilo que queria e agora busca algo novo. É aí que entra o dinheiro, pq se não tem o que quer vc sofre. No budismo ele acreditam que uma forma de sair desse ciclo de felicidade e sofrimento é praticar o desapego. Dessa forma n iriamos ter o desejo de ter algo e não iria haver sofrimento.

    • http://dinheirama.com/ Conrado Navarro

      Raniel, obrigado por comentar. Eu também acho que o desprendimento é uma qualidade muito importante diante de uma sociedade tão consumista e pautada apenas por pressões sociais. Forte abraço.