Topo Flávio Augusto Desk 2
Boa Safra

Ágora Investimentos sugere uma operação de swing trade para esta segunda-feira (24) envolvendo as ações da Boa Safra (SOJA3). A recomendação é de “compra”.

TickerMargem de entradaObjetivo 1%Objetivo 2%Stop%
SOJA3R$ 10,57 a R$ 10,62R$ 11,235,7% e 6,2%R$ 11,8111,2% e +11,7%R$ 10,39-1,7% e -2,2%

Ágora Investimentos
(Ágora Investimentos)

De acordo com os analistas, o Ibovespa (IBOV) segue negociando acima do topo anterior dos 124.545 pontos e da média diária de 21 períodos, bem como permanece dentro do atual canal de alta formado recentemente.

Metodologia:

Ao atingir o 1° objetivo, sugerimos a realização de 50% da operação. Na escolha de permanecer em busca do segundo objetivo, sugerimos o ajuste do stop loss para o preço de entrada.

Ao atingir o 2° objetivo, o investidor deverá encerrar a operação e consolidar o resultado auferido. Para operações de compra, o investidor deverá vender as ações adquiridas, enquanto para as operações de venda, deverá comprar as ações vendidas.

É indispensável verificar o preço de entrada no intervalo sugerido acima, devendo desconsiderar a operação caso ele já tenha sido atingido e/ou superado, bem como os pontos de objetivo e stop loss. Ressaltamos que as operações no mercado de renda variável podem apresentar em qualquer situação risco de perda financeira a qualquer momento, proveniente de alterações de cenários políticos e econômicos, desempenho ou fato relevante da empresa emissora, oscilação de bolsas e moedas, notícias, oferta e demanda do papel entre diversos outros fatores, não havendo qualquer garantia de resultado na oportunidade indicada.

Os valores e percentuais acima indicados, não consideram custos de corretagem, emolumentos e eventuais taxas cobradas pela Ágora Investimentos conforme a operação que consta na tabela de tarifas disponível no site ou app, bem como o Imposto de Renda de responsabilidade do cliente em eventuais ganhos conforme legislação fiscal vigente.

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Ibovespa, B3

Na semana de divulgações de indicadores e balanços com força para mexer com os negócios, o Ibovespa (IBOV) altera leve alta com moderada queda no inicio da sessão desta segunda-feira, 24, em meio a vetores difusos.

De um lado, está a valorização dos índices de ações norte-americanos, após duas quedas seguidas em Wall Street e a elevação de cerca de 0,10% do petróleo no exterior.

De outro, está o minério de minério de ferro, que fechou com queda de 0,77% hoje em Dalian, na China, e a piora nas projeções de inflação no boletim Focus do Banco Central.

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Já na Europa, as bolsas têm sinais distintos após o conservador Friedrich Merz, do União Democrática Cristã (CDU), vencer ontem as eleições parlamentares da Alemanha.

No geral, pontua Rodrigo Ashikawa, economista da Principal Claritas, os ativos operam no zero a zero.

“Tivemos eleição na Alemanha sem surpresas, enquanto a semana terá divulgações importantes como o PCE índice de inflação e o PIB do quarto trimestre dos Estados Unidos, além do balanço da Nvidia”, cita.

No Brasil, Ashikawa menciona a nova rodada de deterioração nas expectativas para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano e do seguinte.

Amanhã, sairá o IPCA-15 de fevereiro, para o qual espera-se aceleração. “Deve vir com um qualitativo ainda ruim”, estima.

No Focus, a mediana para o IPCA de 2025 subiu de 5,60% para 5,65% – 1,15 ponto porcentual acima do teto da meta, de 4,50%. Foi a 19% semana seguida de elevação.

Para 2026, avançou de 4,35% para 4,40%, enquanto as estimativas para a taxa Selic ficaram inalteradas, com a deste ano permanecendo em 15,00%.

“Mas as estimativas de IPCA para 2027 e 2028 não pioraram, ficaram estáveis”, pondera. As projeções seguiram em 4,0% (2027) e cedeu de 3,80% para 3,79% (2028).

Em meio à agenda esvaziada hoje, além da Focus, as atenções ficam resultados corporativos, como o da Azul, que saiu de prejuízo para lucro no quarto trimestre de 2024, e ao noticiário sobre a Vale.

Prédio do Banco Central do Brasil
Prédio do Banco Central do Brasil (Imagem: Raphael Ribeiro/ BCB)

A subsidiária da Vale chamada Vale Overseas Limited comunicou o início de uma oferta de aquisição de bonds com vencimento nos anos de 2034, 2036 e 2039, por um valor máximo total de principal equivalente a US$ 450 milhões, que exclui qualquer prêmio e quaisquer juros acumulados e não pagos.

A mesma subsidiária também pretende reabrir a emissão de bonds com vencimento em 2054. Além disso, conforme fontes ouvidas pelo Broadcast, a Vale anunciou ao mercado reabertura dos bonds 2054, que pagam juro (cupom) de 6,4% ao ano.

Por volta das 11h30, Vale (VALE3) subia 0,29%. Já Petrobras (PETR3;PETR4) caía entre 0,23% (PN) e 0,14% (ON). Aliás, a estatal fica no foco pois divulga balanço na quarta-feira, em semana que já pode ter a liquidez comprometida pela folia carnavalesca no Brasil.

“O panorama local segue em banho-maria à espera do carnaval, sendo que maiores novidades do front político e fiscal ficam para depois desta data”, diz Silvio Campos Neto, sócio da Tendências Consultoria.

Uma das expectativas, a reforma ministerial deve ficar para março, mas as disputas por cargos parecem já ter começado. Com a saída da ministra da Saúde, Nísia Trindade, dada como certa no Palácio do Planalto, alas do PT já disputam a sua cadeira.

Conforme o jornal O Globo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu trocar Nísia por Alexandre Padilha (das Relações Institucionais) no Ministério da Saúde.

Na sexta-feira, o Ibovespa fechou com queda de 0,37%, aos 127 128,06, e terminou a semana com desvalorização de 0,85%.

Às 11h30, caía 0,09% e marcava 127.018,27 pontos, ante mínima há pouco a 126.857,58 pontos (-0,21%), depois de subir 0,12%, na máxima em 127.274,72 pontos, e abertura em 127.129,48 pontos, com variação zero.

Destaque ao recuo de cerca de 1,00% do índice setorial imobiliário na Bolsa, que é mais sensível a juros.

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Aviação Azul Ações Gol

As ações da Azul (AZUL4) estão em forte alta superior a 6% nesta segunda-feira (24) em reação ao balanço do último trimestre de 2024. A companhia aérea reportou lucro líquido ajustado de R$ 62,4 milhões, revertendo o prejuízo de R$ 270,6 milhões registrado em igual intervalo de 2023.

O lucro operacional aumentou 40,2% na mesma base comparativa, atingindo recorde de R$ 1,238 bilhão. O Ebitda do trimestre bateu recorde ao somar R$ 1,950 bilhão, 33% acima do resultado do último trimestre de 2023.

Segundo a XP Investimentos, os principais fatores para o trimestre foram um desempenho estável do RASK (Receita operacional por assentos-quilômetro oferecidos), com leve baixa de 1% na passagem anual, e uma dinâmica positiva do CASK (custo operacional dividido pelo total de assentos-quilômetro oferecidos), de -6%.

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O aumento de 18% no câmbio em 2024 foi compensado por menores preços de combustível (-17%), pela transição para aeronaves de última geração mais eficientes e iniciativas de redução de custos.

“Reiteramos nossa recomendação neutra em um cenário macro ainda desafiador e com potencial de diluição relevante”, explicam os analistas Pedro Bruno, Matheus Sant’anna e João Ramiro, lembrando do processo de reestruturação da empresa, que envolve uma oferta de ações.

Para o BTG Pactual, apesar de um desempenho operacional sólido, ajudado por uma sazonalidade favorável de fim de ano, evidenciado pelo aumento de RPK (Passageiros-quilômetro transportados), a alavancagem da Azul continua negativa, especialmente em meio a um cenário de juros mais altos.

“Por outro lado, a turbulência macro vista no quarto trimestre se acalmou (os preços do câmbio e do petróleo se estabilizaram um pouco), e continuamos esperando mais melhorias nos resultados operacionais da empresa (especialmente com a entrada em serviço dos novos E2s)”, opinam Lucas Marquiori e Fernanda Recchia.

Eles pedem que os investidores continuem monitorando a alavancagem e gestão de passivos, os custos e a fusão com a Gol (GOLL4). A recomendação foi mantida em neutra, “especialmente porque precisamos compreender melhor a diluição final do patrimônio à frente”. O preço-alvo continua em R$ 17.

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Alibaba

O Alibaba (BABA BABA34) planeja investir mais de US$ 52 bilhões em inteligência artificial (IA) e infraestrutura em nuvem nos próximos três anos, em uma tentativa de aproveitar mais oportunidades na era da IA.

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Os gastos de pelo menos 380 bilhões de yuans, equivalentes a US$ 52,41 bilhões, superarão o investimento que a gigante chinesa de comércio eletrônico fez em IA e computação em nuvem ao longo da última década, segundo o Alibaba.

O Alibaba chegou a mencionar o plano na semana passada, quando divulgou balanço trimestral, mas não forneceu números específicos.

(Com Estadão Conteúdo)

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M Dias Branco)

A fabricante de alimentos M. Dias Branco (MDIA3) apresentou lucro líquido de R$ 176,5 milhões no quarto trimestre do ano passado.

O resultado é 48,4% menor na comparação com igual período de 2023, quando a empresa reportou lucro líquido de R$ 341,9 milhões.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) atingiu R$ 355,3 milhões, recuo de 19,7% frente aos R$ 442,4 milhões do quarto trimestre do ano anterior.

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A margem Ebitda ficou em 14,3%, ante 16% de um ano antes, queda de 1,7 ponto porcentual em um ano. A alavancagem da empresa (relação entre dívida líquida e Ebitda) ficou em zero, ante 0,1 vez negativa reportada em igual período de 2023.

Já a receita líquida cedeu 10,2% na mesma base comparativa, alcançando R$ 2,489 bilhões, ante R$ 2,771 bilhões do quarto trimestre de 2023.

O recuo de 10% no volume comercializado na comparação com igual período do ano anterior pesou sobre a receita da companhia, enquanto o preço médio se manteve estável.

No último trimestre, a receita líquida de produtos principais da empresa (biscoitos, massas e margarinas) cedeu 11,7%, para R$ 1,917 bilhão.

A receita líquida do segmento de moagem e refino de óleos (farinhas, farelo e gorduras industriais) recuou 8,8%, para R$ 441,7 milhões.

Já o segmento de adjacências (bolos, snacks, misturas para bolos, torradas, saudáveis, molhos e temperos) teve receita líquida 13,2% superior, para R$ 130,6 milhões.

A empresa destacou, em comunicado a investidores, que a retração da receita líquida refletiu o menos volume vendido.

“No final de 2023, abastecemos os clientes para a implantação do sistema SAP em janeiro de 2024, criando assim uma base de comparação maior para os resultados trimestrais”, observou a empresa.

Resultado de 2024

A M. Dias Branco registrou queda nos seus principais indicadores financeiros no acumulado de 2024. O lucro líquido de R$ 646 milhões no ano é 27,3% menor na comparação com 2023, quando a empresa reportou lucro líquido de R$ 888,7 milhões.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) atingiu R$ 1,198 bilhão, recuo de 16,4% frente aos R$ 1,434 bilhão do ano anterior. A margem Ebitda ficou em 12,4%, ante 13,2% de um ano antes, queda de 0,8 ponto porcentual.

A alavancagem da empresa (relação entre dívida líquida e Ebitda) ficou em 0 vez, ante 0,1 vez negativa reportada ao fim de 2023.

Já a receita líquida cedeu 10,9% na comparação anual, alcançando R$ 9,663 bilhões em 2024, ante 10,840 bilhões de 2023.

O resultado é atribuído pela empresa à queda de 1,8% no volume vendido, para 1,755 milhão de toneladas, e de 9,8% no preço médio dos produtos comercializados, para R$ 5,5 por quilo.

M dias Branco
(Imagem: Reprodução/M Dias Branco/ Facebook)

“A queda da receita líquida reflete a redução dos volumes, impactada tanto pela implantação do sistema SAP no 1º trimestre do ano, quanto pela retração observada no 3º trimestre, decorrente dos reajustes de preços implementados em julho de 2024”, destacou a empresa em comunicado a investidores e imprensa.

No último ano, a receita líquida de produtos principais da empresa (biscoitos, massas e margarinas) cedeu 11,0%, para R$ 7,522 bilhões.

A receita líquida do segmento de moagem e refino de óleos (farinhas, farelo e gorduras industriais) recuou 14,5%, para R$ 1,659 bilhão.

Já o segmento de adjacências (bolos, snacks, misturas para bolos, torradas, saudáveis, molhos e temperos) teve receita líquida 8,9% superior, para R$ 481,9 milhões.

A participação de mercado da companhia cresceu em biscoitos e farinha, mas recuou em massas em 2024 contra 2023. Em biscoitos, o market share da M. Dias passou de 31,8% em 2023 para 32% em 2024.

Em massas, a participação da companhia cedeu de 28,9% em 2023 para 28,8% ao fim de 2024, enquanto em farinha cresceu de 10,7% para 11,9% em um ano. A M. Dias Branco manteve a liderança nacional em biscoitos, massas, granolas e cookies saudáveis.

No ano, a empresa investiu R$ 304,4 milhões, 17% inferior aos aportes de 2023, sobretudo para máquinas e equipamentos.

Veja o documento:

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Companhia Aérea Azul

A Azul (AZUL4) reportou lucro líquido ajustado de R$ 62,4 milhões no quarto trimestre de 2024, revertendo o prejuízo de R$ 270,6 milhões registrado em igual intervalo de 2023.

No critério não ajustado, houve prejuízo líquido de R$ 3,9 bilhões ante lucro de R$ 403,3 milhões um ano antes.

O lucro operacional aumentou 40,2% na mesma base comparativa, atingindo recorde de R$ 1,238 bilhão.

O Ebitda do trimestre também bateu recorde ao somar R$ 1,950 bilhão, 33% acima do resultado do último trimestre de 2023.

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Com isso, a margem Ebitda ficou em 35,2%, alta anual de 6 pontos porcentuais.

Já a receita líquida total somou R$ 5,545 bilhões entre outubro e dezembro de 2024, 10,2% maior quando comparado a igual intervalo de 2023.

A cifra foi impulsionada principalmente por um ambiente de demanda saudável, receitas robustas das unidades de negócios e pelo aumento na capacidade, segundo o release de resultados.

Resultado anual

No acumulado de 2024, a companhia aérea somou prejuízo líquido ajustado de R$ 1,057 bilhão, 56,3% menor do que em 2023. No critério não ajustado, o prejuízo saltou de R$ 700,3 milhões no anterior para R$ 8,235 bilhões.

O resultado operacional somou R$ 3,507 bilhões em 2024, alta de 21% em relação ao ano anterior. Já o Ebitda cresceu 16,4%, para R$ 6,071 bilhões.

A receita líquida total do ano, por sua vez, atingiu R$ 18, 694 bilhões, 4,4% acima de 2023.

Veja o documento:

(Com Estadão Conteúdo)

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Banco Central, Selic, Copom

A mediana do relatório Focus para o IPCA de 2025 subiu pela 19ª semana consecutiva, de 5,60% para 5,65% – 1,15 ponto porcentual acima do teto da meta, de 4,50%. Um mês antes, era de 5,50%.

Considerando só as 105 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a estimativa passou de 5,58% para 5,66%.

A partir deste ano, a meta começa a ser apurada de forma contínua, com base na inflação acumulada em 12 meses. O centro continua em 3%, com tolerância de 1,5 ponto porcentual para mais ou para menos.

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Se o IPCA ficar fora desse intervalo por seis meses consecutivos, considera-se que o Banco Central perdeu o alvo.

Na última ata, o Comitê de Política Monetária (Copom) afirmou que o cenário para a inflação de curto prazo é adverso, com destaque para a alta dos preços de alimentos, influenciados pela estiagem e o ciclo do boi e com tendência de propagação. Os bens industriais são pressionados pelo câmbio.

“Em se concretizando as projeções do cenário de referência, a inflação acumulada em 12 meses permanecerá acima do limite superior do intervalo de tolerância da meta nos próximos seis meses consecutivos”, disse o BC.

A mediana do relatório Focus para o IPCA de 2026 subiu pela nona semana seguida, de 4,35% para 4,40%. Um mês antes, estava em 4,22%.

Considerando apenas as 102 estimativas atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a projeção oscilou de 4,23% para 4,36%

O Copom aumentou a taxa Selic em 1 ponto porcentual, de 12,25% para 13,25%, na reunião de janeiro, e voltou a sinalizar que vai elevar os juros em mais 1 ponto, a 14,25%, no encontro de março

O horizonte relevante do BC é o terceiro trimestre de 2026, quando o Copom espera uma inflação de 4,0%, considerando o cenário de referência. A projeção para o IPCA de 2025 é de 5,2%. O balanço de riscos do Comitê está assimétrico para cima.

A mediana do Focus para a inflação de 2027 permaneceu em 4,0%. Quatro semanas antes, estava em 3,90%. A projeção para o IPCA de 2028 caiu de 3,80% para 3,79%, após seis semanas em alta. Um mês antes, era de 3,73%.

PIB

A mediana do relatório Focus para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2025 se manteve em 2,01%.

Um mês antes, era de 2,06%. Levando em conta apenas as 69 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, passou de 2,08% para 2,0%.

A estimativa intermediária para 2026 permaneceu em 1,70%. Quatro semanas atrás, era de 1,72%. Considerando só as 60 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, permaneceu em 1,70%.

Sede do Banco Central, Focus
Sede do Banco Central (Imagem: Flickr/ Banco Central)

A mediana para o crescimento do PIB de 2027 subiu de 1,98% para 2,0%. Um mês antes, era de 1,96%.

A estimativa intermediária para 2028 ficou estável pela 50ª semana seguida, em 2,0%.

O Banco Central espera que a economia brasileira cresça 3,50% em 2024 e 2,10% este ano, conforme o mais recente Relatório Trimestral de Inflação (RTI).

Veja o documento:

(Com Estadão Conteúdo)

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Alimentos

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) acelerou a 1,03% na terceira quadrissemana de fevereiro, após registrar alta de 0,77% no período anterior.

As informações foram divulgadas nesta segunda-feira, 24, pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, o índice acumula em 12 meses avanço de 3,88%.

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Nesta leitura, quatro das oito classes de despesas aceleraram em relação à quadrissemana anterior: Habitação (0,66% para 1,87%).

Despesas Diversas (0,78% para 1,16%), Vestuário (-0,37% para -0,03%) e Transportes (1,36% para 1,41%).

Houve, por outro lado, desaceleração em Educação, Leitura e Recreação (0,53% para 0,25%), Comunicação (0,18% para 0,11%), Alimentação (0,99% para 0,96%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,50% para 0,47%).

(Com Estadão Conteúdo)

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Ásia, Mercados

As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em baixa nesta segunda-feira, após Wall Street sofrer fortes perdas no fim da semana passada em meio a dados dos EUA que reavivaram preocupações sobre a maior economia do mundo.

O índice Hang Seng caiu 0,58% em Hong Kong, a 23.341,61 pontos, pressionado por ações de tecnologia, enquanto o sul-coreano Kospi recuou 0,35% em Seul, a 2.645,27 pontos, sob o peso de ações de semicondutores, e o Taiex registrou queda de 0,70% em Taiwan, a 23.565,31 pontos. No Japão, não houve negócios hoje devido a um feriado nacional.

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Na China continental, os mercados encerraram o dia sem direção única e com leves variações. O Xangai Composto cedeu 0,18%, a 3 373,03 pontos, mas o menos abrangente Shenzhen Composto avançou 0,13%, a 2.091,46 pontos.

Na sexta-feira (21), as bolsas de Nova York amargaram perdas de até mais de 2% após dados dos EUA mostrarem recuo maior do que se previa na confiança do consumidor e sinais de inflação persistente.

Há temores também de que a ofensiva tarifária do governo Trump possa prejudicar a economia americana.

Na Oceania, a bolsa australiana contrariou o mau humor da Ásia e ficou no azul, interrompendo uma sequência de cinco pregões negativos. O S&P/ASX 200 avançou 0,14% em Sydney, a 8.308,20 pontos.

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Mulheres

O topo da lista das mulheres mais ricas da América é totalmente dominado por representantes dos Estados Unidos, que ocupam todas as dez primeiras posições, segundo o ranking de bilionários em tempo real da revista Forbes.

Alice Walton, herdeira de Sam Walton, fundador da rede de varejo Walmart, é a mulher mais rica do continente, com um patrimônio estimado em US$ 105,2 bilhões.

Alice também ocupa o primeiro lugar na lista de mulheres mais ricas do mundo. Os dados são da última sexta-feira, 21.

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Alice é a única filha do falecido Sam Walton e se concentrou na curadoria de arte em vez de trabalhar para o Walmart como seus irmãos, Rob e Jim.

Em 2011, ela fundou o Museu Crystal Bridges de Arte Americana, em sua cidade natal, Bentonville, no estado americano de Arkansas.

O museu reúne obras de nomes como Andy Warhol, Norman Rockwell e Mark Rothko.

Em segundo lugar na lista de mulheres mais ricas da América aparecem Julia Koch e sua família, com fortuna estimada em US$ 74,2 bilhões.

Julia e seus três filhos herdaram uma participação de 42% nas Indústrias Koch após seu marido, David, falecer em 2019, aos 79 anos.

Jaqueline Mars, herdeira da Mars, empresa de doces, alimentos e cuidados para animais de estimação fundada por seu avô, aparece em terceiro lugar com um patrimônio estimado em US$ 43,1 bilhões.

Estima-se que Jacqueline seja dona de um terço da Mars, empresa onde trabalhou por quase 20 anos e atuou no conselho até 2016.

A brasileira mais bem colocada na lista de mais ricas da América é Vicky Safra, que aparece na 13ª posição. Ela e sua família têm patrimônio estimado pela Forbes em US$ 20,6 bilhões.

Vicky e seus quatro filhos herdaram a fortuna de seu falecido marido e pai, o banqueiro Joseph Safra. A família é dona do Banco Safra no Brasil, do banco suíço J. Safra Sarasin e do Safra National Bank of New York.

Veja a seguir a lista de mulheres mais ricas da América, de acordo com dados do dia 21 de fevereiro do ranking em tempo real da Forbes.

1. Alice Walton

Patrimônio: US$ 105,2 bilhões

Origem do patrimônio: Walmart

País: Estados Unidos

2. Julia Koch e família

Patrimônio: US$ 74,2 bilhões

Origem do patrimônio: Koch, Inc.

País: Estados Unidos

3. Jacqueline Mars

Patrimônio: US$ 43,1 bilhões

Origem do patrimônio: Doces, comida para pets

País: Estados Unidos

4. Abigail Johnson

Patrimônio: US$ 35,6 bilhões

Origem do patrimônio: Fidelity Investments

País: Estados Unidos

5. Miriam Adelson e família

Patrimônio: US$ 32 bilhões

Origem do patrimônio: Cassinos

País: Estados Unidos

6. MacKenzie Scott

Patrimônio: US$ 31,2 bilhões

Origem do patrimônio: Amazon

País: Estados Unidos

7. Marilyn Simons e família

Patrimônio: US$ 31 bilhões

Origem do patrimônio: Fundo de hedge

País: Estados Unidos

8. Melinda French Gates

Patrimônio: US$ 30,4 bilhões

Origem do patrimônio: Microsoft, investimentos

País: Estados Unidos

9. Elaine Marshall e família

Patrimônio: US$ 28,3 bilhões

Origem do patrimônio: Koch Inc.

País: Estados Unidos

10. Lyndal Stephens Greth e família

Patrimônio: US$ 27,8 bilhões

Origem do patrimônio: Óleo e gás

País: Estados Unidos

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Presidente Luiz Inácio Lula da Silva gesticula no Palácio do Planalto, em Brasília

A queda repentina e brusca da popularidade de Lula, associada à provável condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), antecipou as apostas para as eleições de 2026 e traz uma boa e uma má notícia para os investidores, escreve o economista-chefe da G5 Partners, Luís Otávio Souza Leal, no seu “Canário da Mina”, relatório semanal da instituição.

A boa notícia, de acordo com Souza Leal, é que há uma luz no fim do túnel para os ativos brasileiros em 2025. “A cada pesquisa eleitoral desfavorável ao atual presidente, devemos ver uma valorização do mercado local, independentemente do cenário externo”, pontua o economista da G5 Partners.

A má notícia, continua o economista, “é que esse vai e vem dos ativos provocará muita incerteza e mais volatilidade como se já não bastasse a que vamos ter por causa de Donald Trump“.

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Ainda, de acordo com Souza Lea, a tendência é que, nesse cenário de queda de popularidade, “Lula reaja com mais medidas populistas, o que seria ruim para os mercados, mas, por outro lado, aumentaria a chance de uma alternância de poder a partir de 2027, algo interessante para os ativos brasileiros”.

“Vale a pena salientar também que os níveis atuais da aprovação de Lula, apesar de baixos para os padrões históricos de seus governos, ainda não fazem com que a oposição seja favorita. Além das questões, envolvendo as estratégias de Bolsonaro, devemos lembrar que uma aprovação ao redor de 46% – no critério aprova/desaprova – mensurada na pesquisa da AtlasIntel/Bloomberg o mantém como favorito para o pleito”, pondera o chefe do Departamento Econômico da G5 Parners.

Souza Leal lembra ainda que, segundo um estudo da consultoria Eurasia, juntamente com o instituto IPSOS, que englobou milhares de eleições no mundo, somente com uma aprovação abaixo de 40% o incumbente deixaria de ser favorito.

“Então devemos tomar muito cuidado com prognósticos de derrota de Lula na eleição de 2026 e, principalmente, com estratégias montadas sobre esse cenário. O caminho até outubro do ano que vem será longo e acidentado, estilo off road”, previne o economista.

(Com Estadão Conteúdo)

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Faculdades, concursos, fuvest

Ao se preparar para um concurso público, a organização e a disciplina são essenciais para alcançar a aprovação. Planejar a rotina de estudos de forma eficiente pode fazer toda a diferença no resultado final.

Neste texto, vamos compartilhar algumas dicas para concurso público que irão ajudar a otimizar o tempo, manter o foco e maximizar seu desempenho.

Por onde começar na preparação para concursos públicos?

Antes de começar a organizar os estudos, é necessário escolher o concurso que pretende prestar. Para isso:

-Pesquise sobre os concursos abertos ou previstos.

-Analise os requisitos exigidos para cada um e veja qual se alinha ao seu perfil, habilidades e formação.

-De preferência, escolha um concurso que tenha interesse e que se encaixa com a formação acadêmica que possui, pois isso facilita a preparação.

Para encontrar informações sobre concursos públicos, procure sites e blogs especializados no assunto para saber:

– previsões para os próximos concursos;

– notícias de concursos atuais;

– dicas sobre métodos de estudo e cursos;

– materiais gratuitos de estudo;

– depoimentos de outros estudantes para concursos públicos;

– conteúdos gerais sobre os concursos públicos brasileiros.

Por último, entenda o conteúdo do edital do concurso pretendido. Este documento traz informações sobre as disciplinas exigidas, o formato da prova, os prazos e os critérios de seleção. A partir dele é possível ter uma visão clara do que estudar e começar o planejamento da nova rotina.

Como organizar a rotina de estudos para concursos públicos?

Organizar a rotina é essencial para conseguir cobrir todo o material necessário de forma eficiente e sem sobrecarregar a mente. Separamos algumas dicas práticas para estruturar a rotina de estudos:

Estudar antes do edital: Concurseiros experientes estudam as matérias comuns aos concursos da área que têm interesse antes mesmo da publicação do edital. Isso economiza tempo de preparação. Depois, focam apenas nos conteúdos específicos.

Conheça o edital: Faça uma lista de todos os conteúdos que serão cobrados na prova, datas importantes e as regras do concurso.

Analise as matérias cobradas e marque quais precisa estudar e revisar, e quais já domina. Tenha atenção se o concurso não terá mais de um edital. No caso do Concurso Público Nacional Unificado, cada bloco de atuação possuía um edital próprio.

Prepare um plano de estudo: Antes de montar o cronograma, decida se estudará por conta própria ou irá se inscrever em um curso preparatório (presencial ou online). Porém, mesmo que decida pelo curso, o cronograma ainda é fundamental para fixar o conteúdo.

Defina um horário fixo para os estudos: Ter um horário fixo ajuda a criar uma rotina e mantém a mente treinada para o momento de estudo. Escolha o período do dia em que se sente mais disposto.

Elabore um cronograma semanal: O cronograma deve contemplar todas as matérias do edital, com foco nas disciplinas mais cobradas e nas que você tem mais dificuldade. Defina o que irá estudar em cada dia da semana e quanto tempo irá dedicar ao assunto. Seja realista e não determine longos períodos de estudo, pois isso pode levar à fadiga.

Priorize a qualidade sobre a quantidade: Revise os conceitos importantes, faça resumos e pratique a resolução de questões de provas anteriores. A prática é essencial para fixar o conteúdo e entender como ele será cobrado na prova.

Adapte o cronograma conforme o necessário: É normal perceber que algumas matérias precisam de mais tempo de dedicação. Por isso, ajuste o cronograma conforme o progresso realizado.

Concilie material teórico e exercícios: A resolução de questões de provas anteriores auxilia na fixação do conteúdo, identificar pontos de melhoria e a entender as características da banca examinadora.

Não esqueça de fazer pausas: Ao montar o cronograma, defina pausas de alguns minutos durante o horário reservado para estudar. Se sentir que não está conseguindo progredir nos estudos, faça uma pausa mais longa e depois retome. O importante é ter disciplina para as pausas não se tornarem mais longas que o tempo de estudo.

Evite distrações durante os estudos: Escolha um ambiente tranquilo para estudar, mantenha os materiais necessários por perto e, se possível, deixe o celular no modo “não perturbe”. Isso ajuda a concentração e a otimização do tempo.

    Quanto tempo devo estudar para passar em um concurso?

    O tempo de estudo necessário para passar em um concurso público varia muito de acordo com o nível de dificuldade da prova, a base de conhecimento do candidato, o tempo disponível para estudar, o conteúdo exigido, entre outros fatores.

    Não há uma estimativa de tempo definida, mas apresentamos alguns pontos que podem ajudar no planejamento dos estudos:

    -Em média, para quem começa a estudar do zero, o tempo de preparação é entre 6 meses a 1 ano, especialmente para concursos mais difíceis e de conteúdo extenso. Para quem já tem conhecimento de algumas matérias, esse tempo pode ser reduzido.

    -Para quem pode estudar em tempo integral, o recomendado é estudar de 6 a 8 horas por dia. Assim, a preparação costuma levar, ao todo, de 6 a 9 meses.

    Escolas, Pé-de-meia, ensino médio, concurso público
    (Imagem: freepik/@freepik)

    -Os candidatos que trabalham ou possuem outras atividades podem estudar de 4 a 6 horas diariamente. Desta maneira, a preparação leva de 8 meses a 1 ano.

    -Ao estudar de 2 a 3 horas por dia, a preparação pode levar de 1 ano até 1 ano e meio, a depender do concurso e da complexidade das matérias.

    -Mais importante do que o número de horas é a qualidade do estudo. Estudar de forma intensa e focada por 4 horas pode ser mais eficaz do que estudar 8 horas sem muita concentração.

    -O grau de dificuldade do concurso também influencia o tempo de estudo. Os mais fáceis (de nível médio), podem levar de 6 a 8 meses de preparo se o candidato tiver conhecimento em matérias básicas, como língua portuguesa, matemática e raciocínio lógico.

    -Para os concursos mais difíceis (nível superior e carreiras específicas), pode ser necessário 1 ano ou mais de preparação, a depender dos conhecimentos prévios do candidato.

    -O ideal é que a preparação seja contínua, sem grandes períodos de pausa, mas mantendo uma pausa semanal e durante os feriados.

    Quais materiais são indispensáveis para estudar para concurso público?

    Para estudar de forma eficiente é essencial ter os materiais certos, que podem variar dependendo do concurso. Os indispensáveis em qualquer preparação são:

    Apostilas ou livros de teoria: Escolha apostilas ou livros atualizados e específicos para o concurso que pretende prestar. As apostilas são focadas no conteúdo exigido e possuem abordagem prática e objetiva. Já os livros são mais detalhados, e o ideal é escolher os mais recomendados ou com foco em concursos.

    Resumos e mapas mentais: Esses materiais ajudam a sintetizar a teoria e tornam o estudo mais dinâmico. Eles são essenciais para revisões rápidas.

    Cursos especializados: Muitos candidatos optam por cursos de preparação para concursos (online ou presenciais) para acelerar o aprendizado. As vantagens são professores especializados que explicam o conteúdo de forma objetiva, aulas com materiais atualizados e prática de exercícios. Apesar de ser um ótimo material de estudo, os cursos preparatórios não são obrigatórios. E algumas plataformas oferecem conteúdos gratuitos online que podem ajudar qualquer concurseiro.

    Simulados e questões de concursos anteriores: Realizar simulados e questões ajudam na familiarização com o estilo da prova, aprimorar o tempo de resolução e identificar áreas de dificuldade.

    Calendário, planilha ou quadro visual de estudos: Essas ferramentas ajudam a visualizar a programação de estudos ao longo da semana e do mês, marcar prazos para cada matéria, acompanhar o progresso do estudo, e ajustar o cronograma de estudos quando necessário. Exemplos: Google CalendarTrelloNotion e Evernote.

    Caderno ou bloco de anotações: Registre pontos importantes durante o estudo — como dúvidas para pesquisar depois, o que deve ser revisado —, anote o conteúdo que está estudando e faça resumos/anotações durante a leitura de livros ou apostilas.

    Calculadora, se permitida no concurso: Caso o edital permita o uso de calculadora na prova, é importante treinar o seu uso.

    Aplicativos e ferramentas de estudo: Utilize as ferramentas tecnológicas para ajudar nos estudos. Algumas ferramentas que podem ajudar a otimizar os estudos são: Anki e Quizlet: crie cartões de revisão de conteúdos. Google Keep: faça anotações rápidas e lembretes. Focus@Will: ferramenta que ajuda a manter o foco nos estudos, com timers e músicas para concentração. Pocket e Instapaper: para salvar e ler artigos e conteúdos úteis online.

    Vídeos complementares: Também é possível enriquecer os estudos com vídeos complementares de áreas específicas de conhecimento e tópicos mais complexos.

      Apostilas, videoaulas e simulados: como escolher?

      O primeiro critério para escolher qualquer material de estudo é a atualização. Os concursos públicos costumam ter mudanças nas provas e conteúdos com certa frequência. Por isso, é importante que o material:

      Esteja de acordo com o último edital do concurso que está prestando.

      Inclua atualizações legislativas e mudanças em normas e resoluções, como alterações na Constituição, códigos e leis específicas.

      Tenha conteúdo atualizado de acordo com as últimas provas e mudanças nos temas abordados.

      Aborde as disciplinas e tópicos exigidos no concurso.

      Tenha linguagem clara, objetiva e explique bem o conteúdo.

      Não apresente conteúdo desnecessário, ou seja, sem ligação com o exigido no edital.

      concurso público
      (Imagem: Sam balye/Usnplash)

      Ao optar por comprar apostilas e cursos em videoaulas, verifique o custo-benefício, considerando o seu orçamento. E dê preferência para o material com o qual se sente mais confortável para estudar.

      Dicas para manter a concentração e a motivação nos estudos para concurso público

      A preparação para um concurso público é como uma maratona, mas não é necessariamente uma corrida de velocidade. Manter a motivação e a concentração durante o processo pode ser um desafio. Por isso, separamos algumas dicas para ajudar:

      Cuide da saúde: O preparo físico e mental também são importantes para o sucesso nos estudos. Tente manter uma alimentação equilibrada, dormir bem e reservar um tempo para atividades físicas e lazer.

      Divida o estudo em blocos de tempo: É mais produtivo estudar em blocos de tempo curtos e intensos do que passar horas em uma única sessão de estudo. A técnica Pomodoro sugere estudar por 25 minutos e fazer uma pausa de 5 minutos. Após 4 blocos, faça uma pausa maior, de 15 a 30 minutos. Isso ajuda a evitar a procrastinação.

      Intercale matérias fáceis e difíceis: Evite sobrecarregar a mente estudando apenas as matérias mais difíceis de uma vez. Intercalar as disciplinas mais fáceis com as mais desafiadoras ajuda a evitar a sensação de cansaço mental e melhora o rendimento.

      Monitore seu progresso: Verifique o quanto já estudou, quantas questões resolveu e o quanto está evoluindo em cada matéria. Monitorar o progresso dá uma sensação de realização e motivação para continuar.

      Não desanime: O tempo para conseguir a aprovação em um concurso varia de pessoa para pessoa. Se não acontecer rápido, não significa que o esforço não está dando certo. Não desista e continue com dedicação.

        Como planejar suas despesas durante a preparação para o concurso público?

        Planejar as despesas durante o período de estudos é importante, considerando que a jornada pode durar alguns anos e envolver custos relacionados a materiais, cursos, transporte, alimentação, entre outros.

        Realizar o planejamento financeiro permite melhor concentração nos estudos sem a preocupação constante com dinheiro. Separamos algumas dicas para ajudar na organização das finanças:

        Defina um orçamento mensal: Liste todas as fontes de renda (salário, renda extra, rendimentos, aluguel, entre outros). Registre todas as despesas fixas (aluguel, energia, água, internet, alimentação, transporte, fatura do cartão). Identifique as despesas variáveis que podem ser ajustadas ou cortadas. Determine um valor para guardar e outro para usar mensalmente para os estudos (materiais, cursos, simulados, entre outros). Ferramentas que podem ser utilizadas: planilha financeira e aplicativos de controle financeiro. 

        Controle os gastos com materiais de estudo: Pesquise preços antes de comprar apostilas, livros e cursos. Aproveite descontos e promoções das plataformas de educação voltadas para concursos públicos. Escolha se vale mais a pena um curso online ou presencial, dependendo do tempo disponível e da proximidade com os locais de curso. Planeje pagamentos parcelados para diluir o impacto no orçamento mensal. Utilize material gratuito.

        Planeje as despesas variáveis: Utilize transporte público ou carona para o trabalho e o curso preparatório. Planeje refeições em casa para não gastar comendo fora. É possível reduzir os gastos com locomoção optando por estudar em casa.

        Crie um fundo de emergência para a preparação: Tenha uma reserva de emergência para lidar com imprevistos financeiros que possam surgir durante a etapa de estudos. O recomendado é guardar o suficiente para cobrir os gastos de até 6 meses. Separe uma porcentagem do orçamento mensal para a reserva de emergência.

        Controle o fluxo de caixa pessoal: Revise o orçamento mensalmente para identificar se os gastos estão seguindo o planejamento financeiro e se é necessário realizar ajustes. Se perceber que está gastando mais com algo desnecessário, busque alternativas mais baratas ou corte esse gasto.

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          Bets

          As bets (empresas de apostas eletrônicas) autorizadas a funcionar no Brasil têm até 17 de março para apresentar políticas de prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento ao terrorismo.

          A Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) do Ministério da Fazenda enviou nesta semana ofício às empresas cobrando a apresentação dos documentos.

          Segundo a pasta, as notificações foram emitidas tanto aos agentes operadores de apostas, autorizados diretamente pelo Ministério da Fazenda, quanto para as empresas que operam sob decisões judiciais.

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          Cada plano deve detalhar os critérios e as ações previstas para as diferentes ocorrências de forma a prevenir crimes financeiros no setor de apostas.

          A apresentação das políticas de prevenção segue as diretrizes da Lei 14.790/2023 e da Portaria 1.143/2024 da SPA. Quem não cumprir as determinações pode sofrer sanções.

          No último dia 12, a SPA promoveu um webinar (seminário virtual) para detalhar a comunicação de atividades suspeitas ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

          Bancos Bets
          (Imagem: ChatGPT/ Dinheirama)

          Os procedimentos estão detalhados nos artigos 27 a 29 da portaria da secretaria, editada em julho do ano passado.

          Desde novembro, a SPA é membro da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e Lavagem de Dinheiro (Enccla), órgão interinstitucional com diversas entidades dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário para fortalecer ações de combate a crimes financeiros e aprimorar a regulação do setor.

          Segundo o Ministério da Fazenda, a inclusão da SPA na Enccla reforça o compromisso do governo de aumentar a transparência e a segurança no mercado de apostas.

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          Energia Eletrica Taesa ONS

          O Brasil retornou na sexta-feira, 14, o intercâmbio de energia com a Venezuela, de acordo com informações disponibilizadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), em seu Informativo Preliminar Diário de Operação (IPDO).

          Naquele dia, foi ligada a linha de transmissão em 230 kV Boa Vista/Santa Elena, que complementa a interligação do “sistema Roraima” com o sistema venezuelano, permitindo que fosse iniciada a importação comercial de 15 megawatts (MW), escreveu o relatório.

          Em janeiro, o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) deliberou a realização de testes e a importação de energia elétrica pela empresa Bolt Energy a partir da Venezuela para atender ao sistema de Roraima. Os estudos, porém, se estenderam além do inicialmente previsto.

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          No sexta-feira, 14, sem alarde, foi programada a importação de 10 megawatts (MW). O IPDO mostra que apenas 6 MW de fato foram importados.

          No sábado, 15, estava programado o intercâmbio de 15 MW de energia, mas verificou-se apenas 7 MW. O volume inferior ao previsto pode estar relacionado a um problema enfrentado pela linha de transmissão Boa Vista/Santa Elisa. Segundo o ONS, foi registrado o desligamento da linha às 16h16.

          Nesse mesmo momento, também houve o desligamento da usina termelétrica Jaguatirica II, que estava gerando 67 MW no momento. Com isso, houve a interrupção de 103 MW no sistema de Roraima, o que corresponde a 65% da carga do Estado. Minutos depois, às 16h31, o restante da carga desse sistema, correspondente aos 60 MW que ainda permaneciam ligados, também caiu. A recomposição das cargas foi iniciada às 16h52, sendo concluída às 17h50.

          No domingo, 16, houve o intercâmbio de 9 MW, embora estivessem programados 15 MW. Não foram registradas ocorrências, segundo o IPDO.

          Procurado para comentar essas operações, o ONS não quis se manifestar.

          Anteriormente, o ONS havia informado que a importação de energia tinha como objetivo “a redução dos custos de operação e a elevação da segurança e da confiabilidade do atendimento aos consumidores de Roraima”. Segundo o operador, a depender da carga do estado de Roraima, a expectativa era de um benefício econômico de até R$ 500 mil por dia com a importação de até 15 megawatts (MW) do sistema venezuelano, ao valor de R$ 1.096,11 por megawatt-hora (Mwh).

          Aneel atropela ONS

          A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou na última terça-feira, 18, que R$ 41,24 milhões da Conta de Consumo de Combustíveis (CCC) sejam usados para custear a importação de energia elétrica da Venezuela de janeiro a abril deste ano.

          A CCC é o subsídio usado para custear a produção de energia termelétrica em sistemas isolados, aqueles não conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN), como no caso de Roraima, Estado que recebe a energia enviada pelos venezuelanos. Neste ano, o orçamento da CCC está estimado em R$ 10,3 bilhões.

          A importação será feita pela empresa Bolt Energy Comercializadora de Energia ao custo de R$ 1.096,11 por megawatt-hora (MWh). A operação foi iniciada na semana passada, mesmo após o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) ter afirmado necessidade de informações complementares das autoridades venezuelanas para chegar a uma conclusão sobre a retomada da operação.

          No ano passado, a Aneel chegou a aprovar a destinação de R$ 17,08 milhões da mesma conta para realização da operação pela Âmbar Energia, do Grupo J&F, mas o negócio não chegou a se concretizar diante da não realização dos testes pelo ONS no ano passado.

          (Com Estadão Conteúdo)

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          Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, durante entrevista coletiva em Kiev

          O presidente da Ucrânia, Volodmir Zelenski, disse neste domingo, 23, que está disposto a renunciar ao cargo se isso significar paz na Ucrânia. Seu comentário veio dias depois de o presidente americano, Donald Trump, questionar sua legitimidade e o chamar de “ditador sem eleições“, ecoando um argumento do Kremlin.

          Ao mesmo tempo, Zelenski continuou a se opor à insistência de Trump para que ele assinasse um acordo sobre minerais que a Ucrânia diz ser desfavorável.

          E anunciou uma reunião na segunda-feira, 24, com mais de 30 países, pessoalmente ou online, como uma espécie de coalizão de apoio ao esforço de guerra da Ucrânia.

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          Não ficou imediatamente claro se Zelenski havia considerado seriamente a opção de renunciar ou se estava apenas respondendo aos últimos ataques de Washington e Moscou.

          Ele acrescentou que poderia trocar sua saída pela entrada da Ucrânia na OTAN – um cenário altamente improvável, dada a oposição de Trump à entrada da Ucrânia na aliança militar.

          “Se isso trouxer paz à Ucrânia e se precisarem que eu renuncie, estou pronto”, disse Zelenski em uma coletiva de imprensa no domingo, na véspera do terceiro aniversário da guerra. “Em segundo lugar, posso trocar isso pela OTAN”.

          Por enquanto, disse Zelenski, a Ucrânia e os Estados Unidos permanecem presos em negociações sobre um acordo para trocar os minerais e outros recursos naturais da Ucrânia por ajuda americana.

          O líder ucraniano disse que ainda não estava pronto para assinar a última proposta dos Estados Unidos, que exigiria que a Ucrânia pagasse aos Estados Unidos US$ 500 bilhões usando as receitas de seus recursos naturais.

          “Não estou assinando algo que será pago por dez gerações de ucranianos”, disse, observando que as negociações continuariam.

          As conversas já haviam se estendido até a noite de sábado, 22, de acordo com duas autoridades ucranianas informadas sobre as negociações, e coincidiram com um grande ataque de drones russos às cidades ucranianas durante a noite.

          A Força Aérea Ucraniana disse que a Rússia havia lançado 267 drones, o que considerou um recorde desde o início da guerra, há três anos. Essa afirmação não pôde ser confirmada de forma independente.

          O zumbido de drones de ataque sobrevoando edifícios ecoou durante a noite no centro de Kiev, a capital, seguido pelo som de metralhadoras pesadas tentando abatê-los.

          A Ucrânia disse que a maioria dos drones foi abatida ou desativada por interferência eletrônica, mas que os destroços dos drones destruídos danificaram casas e provocaram incêndios em partes da capital.

          Na noite de sábado, o presidente Trump aumentou a pressão sobre a Ucrânia para assinar o acordo, que está sendo negociado há mais de 10 dias.

          Várias minutas de acordos já foram rejeitadas pelo lado ucraniano porque não continham garantias específicas de segurança dos EUA que protegeriam Kiev contra novas agressões russas.

          Volodymyr Zelenskiy
          (Imagem: Володимир Зеленський/ Facebook)

          “Acho que estamos bem perto de um acordo, e é melhor que estejamos perto de um acordo”, disse Trump à Conferência de Ação Política Conservadora na noite de sábado, observando que ele queria uma retribuição pela assistência militar e financeira americana anterior ao país devastado pela guerra. Ele também disse: “Estamos pedindo terras raras e petróleo – tudo o que pudermos conseguir”.

          A frustração com as negociações prolongadas alimentou uma disputa crescente entre Zelenski e Trump. O líder ucraniano disse que Trump estava vivendo em uma “teia de desinformação”.

          Na sexta-feira, 22, os Estados Unidos propuseram um novo esboço de acordo, obtido pelo jornal New York Times, que ainda carecia de garantias de segurança para a Ucrânia e incluía termos financeiros ainda mais rígidos.

          As duas autoridades ucranianas, que falaram sob condição de anonimato para discutir as negociações, disseram que a Ucrânia enviou de volta as emendas na noite de sábado.

          A nova minuta do acordo reiterou a exigência dos EUA de que a Ucrânia abrisse mão de metade de suas receitas provenientes da extração de recursos naturais, incluindo minerais, gás e petróleo, bem como os ganhos provenientes de portos e outras infraestruturas.

          De acordo com o acordo proposto, essas receitas seriam direcionadas a um fundo no qual os Estados Unidos teriam 100% de participação financeira, e a Ucrânia deveria contribuir para o fundo até que ele atingisse US$ 500 bilhões.

          Essa soma é mais de quatro vezes maior do que o valor da ajuda dos EUA comprometida com a Ucrânia até o momento e mais de duas vezes o valor da produção econômica da Ucrânia em 2021, antes da guerra.

          Volodymyr Zelenskiy
          (Imagem: REUTERS/Kacper Pempel//Foto de arquivo)

          “É astronômico para nós, e não entendo por que impor tal ônus” a uma economia que já está sofrendo com a guerra, disse Victoria Voytsitska, ex-legisladora ucraniana e especialista em energia. “Parece que as próximas duas gerações terão que pagar reparações de acordo com esse esquema.”

          O acordo não compromete os Estados Unidos com garantias de segurança para a Ucrânia ou promete mais apoio militar para Kiev A palavra “segurança” foi até mesmo excluída de uma formulação contida em uma versão anterior do acordo, datada de 14 de fevereiro e analisada pelo The Times, que afirmava que ambos os países tinham como objetivo alcançar “paz e segurança duradouras na Ucrânia”.

          Em vez disso, o acordo diz que uma parte das receitas coletadas pelo fundo será reinvestida na reconstrução da Ucrânia. Ele também afirma que os Estados Unidos pretendem fornecer apoio financeiro de longo prazo para o desenvolvimento econômico da Ucrânia, embora nenhum valor seja especificado.

          Esse possível compromisso está alinhado com o argumento da Casa Branca de que a mera presença de interesses econômicos americanos na Ucrânia impedirá futuras agressões russas.

          “Essa parceria econômica estabeleceria as bases para uma paz duradoura, enviando um sinal claro ao povo americano, ao povo da Ucrânia e ao governo da Rússia sobre a importância da futura soberania e do sucesso da Ucrânia para os EUA”, escreveu Scott Bessent, secretário do Tesouro dos EUA, em um artigo de opinião no sábado, 22, para o The Financial Times.

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          Warren Buffett

          Em sua carta anual, o investidor Warren Buffett reforçou aos investidores da Berkshire Hathaway que a empresa não terá muito dinheiro em caixa, mas sim alocado em ações, como sempre fez.

          “A Berkshire nunca preferirá a posse de ativos equivalentes a caixa em vez da propriedade de bons negócios, sejam controlados ou apenas parcialmente possuídos”, disse em resposta a comentários que apontaram uma posição extraordinária de caixa na companhia.

          Buffett ressalta que, mesmo que a propriedade de ações negociáveis tenha diminuído no ano passado de US$ 354 bilhões para US$ 272 bilhões, o valor das ações controladas não cotadas teve um leve aumento e permanece muito maior do que o valor do portfólio negociável.

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          “O dinheiro em papel pode ver seu valor evaporar se a insensatez fiscal prevalecer. Em alguns países, essa prática imprudente se tornou habitual, e os EUA chegaram perto do limite. Títulos de cupom fixo não oferecem proteção contra uma moeda descontrolada”, diz o investidor.

          Ele defende o investimento em negócios, por acreditar que eles encontrarão maneiras de lidar com a instabilidade monetária.

          O megainvestidor se prepara para a aposentadora. Na carta diz que “aos 94 anos, não demorará muito para que Greg Abel me substitua como CEO e escreva as cartas anuais.” , afirmou.

          Warren Buffett
          (Imagem: REUTERS/Brendan McDermid)

          Abel é vice-presidente da Berkshire Hathaway e presidente da Berkshire Hathaway Energy, um das empresas do conglomerado.

          Resultados de 2024

          Buffett considerou que a Berkshire teve um resultado melhor do que ele esperava em 2024.

          O megainvestidor explica que, mesmo com mais da metade de seus negócios reportando queda nos lucros, a melhora na rentabilidade dos Títulos do Tesouro o levou a aumentar sua posse desses títulos no curto prazo por conta de sua rentabilidade.

          A Berkshire Hathaway reportou um lucro operacional de US$ 14,5 bilhões no quarto trimestre de 2024, o que representa uma alta de 71,2% em relação ao mesmo período do ano passado.

          No acumulado do ano, o resultado operacional foi de US$ 47,4 bilhões, um salto de 27% em relação a 2023.

          Veja o documento:

          (Com Estadão Conteúdo)

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          Suvinil

          A aquisição anunciada na segunda-feira, 17, da Suvinil é o maior negócio da americana Sherwin-Williams na América Latina. Com a compra, por US$ 1,15 bilhão, ou R$ 6,5 bilhões pelo dólar do dia, toda paga em dinheiro, a empresa dos Estados Unidos pode saltar de menos de 6% de participação no mercado brasileiro de tintas para 41%.

          A Suvinil é a líder do mercado de tintas decorativas no Brasil, com 35% de participação. A segunda maior é a AkzoNobel, dona da marca Coral, com pouco mais de 25%. No ano passado, a Suvinil faturou US$ 525 milhões (R$ 3 bilhões, pelo dólar do dia).

          A aquisição precisa do aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Como não eleva tanto a concentração do mercado, fontes acreditam que seja aprovada sem maiores restrições.

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          A venda da Suvinil foi um processo rápido para padrões de fusões e aquisições (M&A, em inglês) no Brasil e no mundo, especialmente quando estão envolvidas cifras na casa do bilhão de dólares e se arrastam por meses. A própria empresa alemã reconhece a rapidez na venda. “Estou encantado que tenhamos feito um progresso tão rápido em encontrar um novo lar para a Suvinil,” disse Anup Kothari, membro da diretoria executiva da Basf, em comunicado à imprensa.

          A Basf anunciou a intenção de vender a Suvinil em setembro do ano passado. A decisão ocorreu porque o Brasil é o único mercado do grupo alemão no mundo em que a empresa ainda operava no ramo de tintas decorativas, que já não era mais foco do grupo.

          Em janeiro deste ano, começou um processo competitivo no mercado, que atraiu empresas e fundos especializados em comprar empresas (private equities). No último dia 7 terminou o prazo para o recebimento de propostas não vinculantes.

          Com participação pequena no mercado brasileiro, e querendo crescer mais, a Sherwin-Williams, fundada em 1866 nos Estados Unidos, se empenhou em levar a marca e se apresentou de forma mais agressiva, costurando um acordo de exclusividade na negociação, de acordo com fontes. “Os 6% de participação não eram onde a empresa queria estar”, observe um interlocutor.

          Domínio estrangeiro

          Sem uma empresa grande no Brasil de tintas, com o mercado dominado por estrangeiros, estava claro que o fechamento do negócio envolveria um grupo estrangeiro, diferente de muitas fusões recentes, onde companhias brasileiras têm tido predominância. Por exemplo, a aquisição do suíço Julius Baer pelo BTG Pactual.

          “O setor de tintas é muito consolidado globalmente, as transações acabam tendo dois ou três compradores em qualquer lugar. E uma oportunidade como a Suvinil não aparece todo dia”, afirmou uma fonte próxima ao negócio.

          A Sherwin-Williams divulgou que o múltiplo do negócio ficou no “low teens”, a expressão do inglês para se referir aos números de 13 a 19, na comparação com o Ebitda (lucro sem impostos, juros e amortizações). Um fundo de private equity, que compra participação em empresas, dificilmente pagaria esse valor, argumenta uma fonte.

          “O negócio é altamente complementar ao da Sherwin-Williams na América Latina, já que a marca Suvinil é bem conhecida”, afirmou o presidente e CEO da Sherwin-Williams, Heidi G. Petz, em nota à imprensa.

          O Citi assessorou a Sherwin-Williams na aquisição. A Basf foi assessorada pelo Deutsche Bank no processo de venda, como já havia revelado a Coluna do Broadcast em dezembro.

          Entre os assessores jurídicos, a Sherwin contratou os escritórios Jones Day.

          (Com Estadão Conteúdo)

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          B3

          As ações da B3 (B3SA3) ainda possuem a recomendação neutra pelos analistas do BTG Pactual, mas estão em um momento de “quase” compra, mostra um relatório enviado a clientes nesta sexta-feira (21).

          A empresa divulgou seus resultados do quarto trimestre de 2024, registrando um lucro de R$ 1,2 bilhão, um pouco abaixo da estimativa e do consenso.

          “Os resultados foram praticamente perfeitos de cima para baixo, mostrando que a B3 continua gerenciando os números quase estáveis ​​nos últimos trimestres, apesar do negócio de ações continuar perdendo relevância”, pontuam os analistas Eduardo Rosman, Thiago Paura e Ricardo Buchpiguel.

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          Segundo eles, as ações da B3 parecem um jogo de valor “decente” neste momento, com lucros defensivos e fortes, com dividendos e recompras, e risco de alta no caso de melhorias macroeconômicas ou políticas.

          “Além disso, a administração está mais otimista sobre a decisão do CARF e contingências, enquanto as pressões competitivas ainda parecem distantes. Como tal, nossa visão sobre as ações se tornou marginalmente mais positiva, e até as adicionamos ao portfólio da nossa equipe de estratégia em fevereiro”, destacam.

          Apesar de já não esperarem muitas surpresas sobre os dados do último trimestre de 2024 da B3 – visto que os volumes são conhecidos com antecedência -, Rosman, Paura e Buchpiguel ressaltam, contudo, que eles reforçam a narrativa que a B3 vem tentando comunicar: não são apenas “ações”.

          “Se assumirmos a taxa de execução atual de R$ 1,2 bilhão por trimestre como um valor “recorrente”, anualizado e crescendo em linha com a inflação em 2025, então a B3 estaria sendo negociada a 12 vezes o múltiplo de Preço sobre o Lucro (P/L) para 2025, com um dividend yield de quase 10% — o que vemos como atraente, especialmente se estivermos nos aproximando de um fundo no sentimento macro/ações, criando espaço para crescimento futuro dos lucros e reclassificação do múltiplo de avaliação”, destacam.

          “Nossa classificação neutra permanece inalterada por enquanto, mas nossa preferência em relação às ações continua melhorando”, concluem os analistas do BTG. O preço-alvo é de R$ 13,50.

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          Brics

          O Brics sob a presidência rotativa do Brasil, desde 1º de janeiro irá avançar no uso de moedas locais para realizar operações financeiras relacionadas ao comércio e investimentos realizados pelos países-membros do grupo. 

          O objetivo é reduzir os custos de operações comerciais-financeiras das nações emergentes.

          A confirmação foi dada pelo secretário de Assuntos Econômicos e Financeiros do Ministério das Relações Exteriores (MRE), Mauricio Lyrio, nesta sexta-feira (21), em conversa com jornalistas, em Brasília. 

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          O secretário é o negociador-chefe do Brasil no Brics, indicado para coordenar os trabalhos com a função de “sherpas” (palavra de origem tibetana usada para denominar os guias de alpinistas).

          “É algo que já se desenvolve no Brics desde 2015 e nós continuamos a avançar, até porque o uso de moedas locais já é praxe no comércio bilateral entre membros do Brics. Vários membros já usam moedas locais no seu comércio bilateral, o que continuará no período da presidência brasileira”, declarou.

          De acordo com Lyrio, o sistema de pagamentos em moedas locais está entre as prioridades das potências regionais neste ano que serão debatidas na próxima terça (25) e quarta-feira (26), entre os principais líderes-negociadores representantes das 11 nações integrantes do bloco.

          São elas: Brasil, Rússia, Índia e China, África do Sul. Em janeiro de 2024, aderiram ao grupo como membros plenos: Egito, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Etiópia e Irã.

          O secretário do Itamaraty justificou que, neste momento, o Brics não discutirá a criação de uma moeda comum para o bloco.

          “Não há acordos sobre o tema e também porque é muito complexo este processo. São economias grandes. Esse não é um tema fácil de administrar e, obviamente, há outras maneiras de redução de custos de operação. Tem a ver com a lógica interna do Brics”.

          O secretário Mauricio Lyrio afirmou que o posicionamento de não discutir uma moeda comum não está relacionado a declarações de autoridades internacionais.

          Recentemente, o novo presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, ameaçou os países membros do bloco com tarifas de 100% sobre as importações deles, caso o grupo busque alternativa ao dólar nas negociações internacionais.

          O diplomata não descartou a possibilidade de os chefes de Estado do Brics discutirem a adoção de uma moeda comum no futuro. “Nada impede que os presidentes discutam a possibilidade, em um horizonte mais distante.”

          BRICS
          (Imagem: © Marcelo Camargo/Agência Brasil)

          O sherpas brasileiro ressaltou ainda que o Brics nasceu com a vocação de reforçar o multilateralismo para solucionar problemas e reformar a governança global. “Reformar para que ela [governança global] se torne mais democrática, mais inclusiva, mais representativa nesses mesmos países.”

          Prioridades

          As reuniões da próxima semana servirão para apresentar aos sherpas do Brics as demais prioridades do Brasil no comando do grupo, além do uso de moedas locais para realizar operações financeiras.

          Os temas serão alinhados para até a Cúpula de chefes de Estado do Brics, prevista para ocorrer nos dias 6 e 7 de julho, no Rio de Janeiro.

          As cinco prioridades que serão levadas ao encontro de dois dias são: cooperação em saúde, financiamento de ações de combate à mudança do clima; comércio, investimento e finanças do Brics; governança da inteligência artificial; e desenvolvimento institucional do Brics.

          O encontro será aberto na terça-feira pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, no Palácio do Itamaraty, na capital federal. Existe ainda a possibilidade de uma sessão especial com discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva aos participantes, no segundo dia do evento.

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          Ibama Licenciamento Ambiental

          Empresas de petróleo no Brasil, como Petrobras (PETR3; PETR4) e Prio (PRIO3), enfrentam desafios no processo de licenciamento ambiental pelo Ibama, com impactos no cronograma de exploração e percepção de risco regulatório, segundo análise do BTG Pactual.

          O relatório destaca que o licenciamento ambiental de projetos offshore é extenso e exige múltiplas etapas, aumentando o tempo necessário para aprovação. A burocracia envolvida nas aprovações, conduzidas pelo órgão, gera atrasos significativos, afetando o planejamento de grandes projetos.

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          Apesar da complexidade do processo, a expectativa do BTG é que o ambiente regulatório se normalize em breve, com uma abordagem governamental mais favorável. Isso pode beneficiar empresas como Prio, que aguarda aprovações para seu ativo Wahoo, e Petrobras, que deve continuar sua trajetória sem grandes impactos regulatórios.

          Saiba mais sobre as licenças do Ibama

          “Licenças são necessárias para equilibrar desenvolvimento econômico e conservação”. O Ministério do Meio Ambiente (MMA) define políticas para garantir esse equilíbrio, enquanto o Ibama é responsável por emitir as licenças. Para atividades offshore, o órgão exige três categorias principais de aprovação. “A portaria 422/2011 regula os procedimentos”, explicam Luiz Carvalho e equipe. Os analistas destacam que atrasos podem afetar cronogramas operacionais.

          Petrobras Transpetro
          (Imagem: Divulgação/ Transpetro)

          O processo de licenciamento varia conforme a classe do projeto. Projetos Classe I envolvem poços de até 50 metros ou a menos de 50 km da costa, enquanto Classe III abrange águas profundas. “Cada tipo de projeto requer documentação específica”, apontam os analistas. Para Classe II, por exemplo, é necessário um Estudo Ambiental de Perfuração (EAP). Inspeções e consultas públicas podem prolongar o processo.

          A emissão da Licença de Operação (LO) é crucial para perfuração. Após a submissão do Formulário de Caracterização da Atividade (FCA), o Ibama pode solicitar esclarecimentos adicionais, suspender prazos ou realizar inspeções. “O LO deve ser emitido em 6-12 meses, mas pode se estender”, afirmam. Essa etapa é vital para empresas como Prio, que aguardam autorizações para novos projetos.

          Produção requer três licenças distintas: LP, LI e LO. “A Licença Prévia (LP) confirma a viabilidade ambiental”, explicam os analistas. A Licença de Instalação (LI) permite a construção de infraestrutura, enquanto a LO autoriza operações. Para Petrobras, a obtenção dessas licenças é essencial para manter seus planos de expansão offshore. O BTG destaca que atrasos podem impactar o cronograma de novos campos.

          Prio
          (Imagem: Divulgação/ Prio)

          Riscos regulatórios aumentaram nos últimos dois anos. “Empresas enfrentaram atrasos significativos no licenciamento”, apontam os analistas. Projetos como o Wahoo, da Prio, dependem dessas aprovações para avançar. Apesar disso, o BTG prevê uma redução gradual nos riscos à medida que o governo adote uma abordagem mais favorável. Para Petrobras, a análise sugere resiliência no pagamento de dividendos no curto prazo.

          Prio é vista como uma das principais beneficiárias após liberações. “A empresa deve se revalorizar quando todas as licenças forem emitidas”, afirmam Luiz Carvalho e equipe. O ativo Wahoo é considerado estratégico para o crescimento da companhia. Enquanto isso, Petrobras permanece como a principal escolha do BTG no setor, com menor exposição a impactos regulatórios de curto prazo.

          Recomendações incluem leitura da Portaria 422/2011 para detalhes técnicos. “Para entender nuances e exceções, recomenda-se estudar a portaria”, dizem os analistas. Eles também destacam que o Ibama pode realizar inspeções e solicitar esclarecimentos repetidamente. Para investidores, compreender esses processos é fundamental antes de tomar decisões baseadas em cronogramas operacionais das empresas.

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          PetroReconcavo

          As ações da PetroReconcavo (RECV3) dispararam nos últimos dias, com um salto de 7% no dia 20, o que levantou dúvidas sobre os motivos de tal desempenho.

          Para os analistas do BTG Pactual, apesar de não existir uma razão específica para um movimento acentuado de preços, há “alguns eventos futuros que podem influenciar o sentimento do investidor no curto prazo”

          “A PetroReconcavo deve divulgar sua certificação de reservas até 20 de março, o que pode fornecer mais clareza sobre a base de ativos da empresa”, pontuam.

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          Além disso, eles explicam, há o potencial para um acordo com a Brava Energia (BRAV3) sobre certos ativos na Bacia Potiguar, o que ajudaria a reduzir a dependência da PetroReconvaco da infraestrutura existente.

          Em janeiro, a produção média da empresa foi de 26,8 mil boe/dia, crescimento de 3,1% em relação a dezembro de 2024,
          refletindo os primeiros resultados do avanço no programa de perfurações iniciado no final do segundo semestre do
          ano passado.

          Ao longo do mês foram concluídas a completação de mais dois poços no Ativo Potiguar, explicou a empresa.

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          X´s

          A defesa da rede social X informou nesta sexta-feira (21) ao Supremo Tribunal Federal (STF) que vai fazer o pagamento da multa de R$ 8,1 milhões aplicada pelo ministro Alexandre de Moraes.

          No documento enviado ao ministro, os advogados afirmaram que para a realização do pagamento é necessário o desbloqueio de R$ 7,2 milhões que estão depositados em conta do Banco do Brasil (BBAS3).

          De acordo com o X, com a liberação do valor, a quantia restante de 817,8 mil será paga pela empresa, e o saldo da dívida será quitado.

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          “Considerando que o valor de R$ 7.282.135,14 permanece bloqueado, o X Brasil, respeitosamente requer a imediata transferência de tal montante para sua conta bancária, para que possa viabilizar o pagamento da multa imposta nestes autos, com o consequente depósito apenas do saldo remanescente”, solicitou a defesa.

          Moraes determinou nesta quinta-feira (20) o pagamento da multa no processo no qual a rede social é acusada de deixar de retirar do ar o perfil do blogueiro Allan dos Santos após a divulgação de conversas falsas atribuídas a uma jornalista.

          X´s
          (Imagem: Reprodução/REUTERS/Carlos Barria/Arquivo)

          A conta foi suspensa, mas os dados cadastrais do perfil não foram enviados ao STF porque o X informou que não guarda os dados.

          A empresa recorreu da decisão, mas os recursos foram rejeitados pelo ministro.

          A decisão de Moraes ocorre no momento em que o grupo de mídia do presidente dos Estados Unidos , Donald Trump, e a rede social Rumble, que foi suspensa no Brasil, recorrem à Justiça norte-americana para acusar o ministro de “censurar” as plataformas e suspender contas de usuários.

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          Em três estados da Amazônia o fogo consumiu 5,4 milhões de hectares

          Foi promulgada nesta segunda-feira (20) a Lei 15.104, que destina crédito extraordinário de R$ 514 milhões para combater as queimadas na região amazônica.

          Do total, R$ 161 milhões vão para as Forças Armadas e para a Força Nacional. O restante financiará ações da defesa civil e de sete ministérios.

          Entre eles, o do Meio Ambiente e Mudança Climática e o dos Povos Indígenas. A norma foi publicada na edição do Diário Oficial da União desta sexta (21). 

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          O texto é originário da Medida Provisória (MP) 1.258/2024, aprovada no Senado na quarta-feira (19) com relatório do líder do MDB, senador Eduardo Braga (AM). 

          O relator ressaltou a importância dos recursos para Amazônia, que vem sofrendo com estiagens históricas. 

          Conforme o texto, o valor distribuído entre os ministérios deverá ser utilizado somente na chamada Amazônia Legal, região que abrange os estados da Região Norte, Mato Grosso e Maranhão.

          Beneficiados 

          Com a lei, o Poder Executivo espera concluir 100 inquéritos sobre crimes relacionados a queimadas históricas, proteger 74 mil quilômetros quadrados de floresta com o Ibama e 128 unidades de conservação ambiental, além de beneficiar diretamente até 1,2 milhão de pessoas com atividades das defesas civis estaduais.

          Para isso, sete ministérios e seis órgãos recebem recursos, dos quais 31% são para o emprego das Forças Armadas na Amazônia Legal (R$ 154,7 milhões) e da Força Nacional (R$ 6,7 milhões). As outras atividades que mais recebem recursos são:

          -R$ 130 milhões em transferência aos municípios para defesa civil;

          -R$ 100 milhões na distribuição de alimentos (inclusive adquiridos da agricultura familiar) a grupos tradicionais e em insegurança alimentar;

          -R$ 93 milhões na fiscalização, combate e controle de incêndios pelo Ibama, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA).

          Com exceção da transferência para a defesa civil, a União aplicará diretamente os demais recursos, por meio das seguintes pastas:

          -Ministério da Defesa (R$ 154,7 milhões);

          -Ministério do Meio Ambiente (R$ 114,3 milhões);

          -Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (R$ 100 milhões);

          -Ministério da Justiça e Segurança Pública (R$ 8,3 milhões);

          -Ministério dos Povos Indígenas (R$ 6 milhões);

          -Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (R$ 1 milhão).

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          Bets, Jogo do Tigrinho

          A CPI das Bets, iniciada em novembro para investigar apostas on-line, volta a se reunir após o Carnaval.

          De acordo com o presidente da comissão, senador Dr. Hiran (PP-RR), o trabalho da comissão não parou e a equipe tem se dedicado a analisar os documentos recebidos e as informações sobre movimentações financeiras dos investigados.

          Nós não paramos. Estamos analisando todos os documentos, as informações que vêm do Coaf [Conselho de Controle de Atividades Financeiras], as informações que vêm da Receita Federal, dos órgãos de controle e vamos dar ciência a todos os membros para podermos fazer as pautas prioritárias da comissão — afirmou o presidente do colegiado.

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          Entre os requerimentos relativos a informações financeiras já aprovados pela comissão estão vários pedidos de relatórios de inteligência financeira ao Coaf, o que configura quebra de sigilo.

          Na lista estão influenciadores como Deolane Bezerra e empresários do setor de aposta, como Fernando Oliveira Lima, conhecido como Fernandin OIG.

          Vamos fazer um trabalho certamente muito importante, principalmente para proteger as pessoas, para evitar a evasão de divisas, para fazer com que essas bets paguem efetivamente impostos que venham gerar aplicação desses recursos na saúde, na educação, na segurança.

          Elas estão ganhando muito dinheiro e ou não estão pagando nada de imposto ou estão pagando muito pouco — disse o senador.

          Comissão

          A CPI das Bets foi instalada no dia 12 de novembro e tem como relatora a senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS). No final de 2024, a senadora denunciou ataques contra a imagem do colegiado.

          Soraya disse ter siso ameaçada e afirmou que o colegiado iria até o fim nas investigações. 

          Para 2025, a senadora informou que um dos focos é ouvir influencers que usam seus canais em redes sociais para divulgar os jogos on-line. A data prevista para o fim dos trabalhos da comissão, caso não haja prorrogação, é 30 de abril.

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          Jair Bolsonaro

          O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS), ex-ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom), acionou a Procuradoria-Geral da República (PGR) pedindo que seja colocada uma tornozeleira eletrônica no ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo Pimenta, a medida cautelar serve para evitar uma possível fuga do ex-chefe do Executivo.

          Ao Estadão, a defesa de Bolsonaro afirmou que a solicitação de Pimenta para Gonet tem “nítido viés político e nenhum conteúdo jurídico”. Segundo a equipe do ex-presidente, ele obedeceu todas as medidas cautelares impostas e sempre reiterou que não vai deixar o Brasil.

          “O pedido do deputado tem nítido viés político e nenhum conteúdo jurídico. O presidente Bolsonaro compareceu a todos os atos da investigação, obedeceu a todas as medidas cautelares de distanciamento dos demais investigados e sempre reiterou, em sucessivas entrevistas, que não iria fugir. Qual seria a evidência concreta de risco de fuga?”, afirmou Paulo Amador Cunha Bueno, advogado do ex-presidente.

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          No ofício, enviado nesta quinta-feira, 20, para o procurador-geral da República, Paulo Gonet, Pimenta cita reportagens da imprensa que apresentam discussões de Bolsonaro com aliados, após a denúncia da PGR feita na terça, sobre uma possibilidade de uma fuga do País.

          A defesa do ex-presidente, porém, nega que ele vai se exilar ou pedir um asilo em uma embaixada.

          “Considerando a necessidade de resguardar a ordem pública, a instrução processual e a eficácia da persecução penal, faz-se imperativo que seja imposta a Jair Bolsonaro a utilização de tornozeleira eletrônica como medida cautelar adequada e proporcional aos fatos noticiados”, afirmou Pimenta no ofício enviado nesta terça.

          Na terça-feira, 18, Gonet denunciou Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado. O procurador-geral concluiu que Bolsonaro liderou articulações para uma ruptura institucional.

          A denúncia enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF) ainda atinge outras 33 pessoas.

          A PGR apontou que Bolsonaro cometeu cinco crimes: dano qualificado com uso de violência, grave ameaça e deterioração do patrimônio tombado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e organização criminosa. Somadas, as penas dos crimes podem chegar a mais de 43 anos de prisão.

          Ex-Presidente Jair Bolsonaro
          (Imagem: Facebook/Jair Bolsonaro)

          De acordo com a denúncia da PGR, Bolsonaro liderou uma organização criminosa “baseada em projeto autoritário de poder” e “com forte influência de setores militares”.

          Também foi apontado como comandante da trama o ex-ministro da Defesa general Walter Braga Netto, que está preso preventivamente. As defesas sustentam que a denúncia não apresenta provas dos crimes imputados a eles.

          Após a denúncia, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes levantou o sigilo dos documentos e dos vídeos da delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.

          Na colaboração, Cid entrega que Bolsonaro liderou o grupo que pretendia reverter os resultados das eleições de 2022 e impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

          (Com Estadão Conteúdo)

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          Pablo Marçal

          O Juiz da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, Antonio Maria Patiño Zorz, condenou, nesta sexta-feira (21), o candidato a prefeito da capital em 2024, Pablo Marçal, à pena de inelegibilidade de oito anos por abuso de poder político, poder econômico, uso indevido de meios de comunicação e captação ilícita de recursos.

          As decisões foram nas Ações de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) movidas pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB), Guilherme Boulos e Coligação Amor por São Paulo (Federação PSOL/Rede, Federação Brasil da Esperança/PDT), julgadas conjuntamente.

          Na ação movida pelo PSB, foi apurada a venda do apoio de Marçal a candidatos a vereador em troca de doação para sua campanha na forma de pix no valor de R$ 5.000, conforme divulgado em vídeos na rede social Instagram.

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          Já na Aije, que teve como autor o também candidato à prefeitura de São Paulo Guilherme Boulos, foi acrescentado trecho de vídeo de Marçal em que era divulgado link para formulário de cadastro de doação para compra de apoio.

          Segundo o magistrado, o abuso de poder político foi consumado, entre outros motivos, pelo uso de rede social para disseminar ‘fake news’ sobre o sistema de arrecadação eleitoral baseada no fundo partidário e para realizar propaganda eleitoral negativa dos adversários.

          Quanto ao abuso de poder midiático pelo uso indevido dos meios de comunicação social, o juiz considerou que as publicações do então candidato tiveram relevância e aptidão para influenciar e distorcer a formação da vontade política dos eleitores em seu próprio benefício.

          Nas publicações, conforme a decisão, Pablo Marçal se colocou, de forma gravemente distorcida, como vítima de um sistema eleitoral desleal que não lhe permitiu usar o financiamento público do fundo eleitoral.

          Com relação à captação ilícita de recursos, o juiz considerou existir uma simulação para que a arrecadação de recursos financeiros fosse confundida como uma doação simples sem encargos, de forma que fosse considerada uma negociação lícita pela perspectiva da prestação de contas de campanha eleitoral em vez de venda de apoio político, conduta vedada pela legislação eleitoral. 

          Pablo Marçal
          Pablo Marçal (Imagem: Divulgação/ Pablo Marçal)

          Quanto à sanção para a candidata a vice-prefeita, Antonia de Jesus, o juiz entendeu que não deveria ser aplicada  “por não existir nas iniciais indicação de que participara diretamente do vídeo referente à proposta efetuada pelo candidato Marçal de compra de apoio político, nem mesmo de que reproduzira ou “curtira” referido vídeo em suas redes sociais”.

          Marçal

          “Entendo que o discurso do requerido Pablo Marçal de oferta de gravação de vídeo de apoio para impulsionar campanha eleitoral de candidato a vereador de partido que ‘(…) não seja de esquerda(…)’ em troca de doação no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) divulgada em meio de comunicação social (“instagram”) do próprio candidato encerra em si mesmo conduta ilícita que ostenta a potencialidade de lesar o bem jurídico protegido (legitimidade das eleições) para fins de manutenção do equilíbrio nas eleições ao divulgar referida publicação”, disse o magistrado.

          Patiño Zors concluiu, então, que “está configurado abuso de poder midiático pela relevância e aptidão para influenciar e distorcer a formação da vontade política dos eleitores em benefício do candidato ao efetuar publicação em sua página de rede social”.

          Quanto ao abuso de poder midiático pelo uso indevido dos meios de comunicação social, o juiz considerou que as publicações do então candidato tiveram relevância e aptidão para influenciar e distorcer a formação da vontade política dos eleitores em seu próprio benefício.

          Nas publicações, conforme a decisão, Pablo Marçal se colocou, de forma gravemente distorcida, como vítima de um sistema eleitoral desleal que não lhe permitiu usar o financiamento público do fundo eleitoral.

          Clique aqui para ver os processos:

          https://consultaunificadapje.tse.jus.br/#/public/resultado/0601199-36.2024.6.26.0001

          https://consultaunificadapje.tse.jus.br/#/public/resultado/0601200-21.2024.6.26.0001

          (Com TRE-SP)

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          Rumble

          O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta sexta-feira, 21, a suspensão da plataforma de vídeos Rumble no Brasil.

          A decisão ocorre após o magistrado determinar que a empresa indicasse representantes legais no País.

          O bloqueio é por tempo indeterminado, até o cumprimento da ordem judicial e o pagamento de multas. O STF já definiu que plataformas estrangeiras precisam constituir representantes no Brasil para receber intimações e responder pelas empresas.

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          Em um despacho duro, o ministro afirmou que a rede social incorreu em “reiterados, conscientes e voluntários descumprimentos das ordens judiciais, além da tentativa de não se submeter ao ordenamento jurídico e Poder Judiciário brasileiros”.

          Além de exigir a indicação de um representante legal, o ministro também havia determinado o bloqueio do canal do blogueiro Allan dos Santos e a interrupção de repasses de monetização ao influenciador.

          Outras redes sociais, como YouTube, Facebook, Twitter e Instagram, foram notificadas para bloquear as contas de Allan dos Santos e cumpriram as ordens de Moraes.

          O STF não conseguiu intimar o Rumble porque a empresa não tem um responsável no Brasil.

          Os advogados localizados informaram que não são representantes legais da plataforma e que não têm poderes para receber citações ou intimações. No dia 17 de fevereiro, eles renunciaram ao mandato que tinham para atuar em causas da rede social.

          O Rumble move uma ação contra Alexandre de Moraes na Justiça dos Estados Unidos, em conjunto com a empresa Trump Media, ligada ao presidente americano Donald Trump.

          As companhias alegam que o ministro do STF violou a soberania norte-americana ao ordenar a suspensão do perfil de Allan dos Santos.

          O blogueiro teve prisão preventiva decretada em 2021.

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          Novo Coronavírus

          Uma equipe de pesquisadores chineses, liderada pela virologista Shi Zhengli — conhecida como “mulher-morcego” por seu trabalho com coronavírus em quirópteros —, descobriu um novo vírus em morcegos que pode infectar humanos por usar o mesmo receptor celular (ACE2) do SARS-CoV-2, causador da Covid-19 (Veja mais sobre o estudo abaixo).

          O estudo, realizado pelo Laboratório de Guangzhou em parceria com a Academia de Ciências de Guangzhou, a Universidade de Wuhan e o Instituto de Virologia de Wuhan, alerta para riscos de transbordamento zoonótico.

          O vírus, classificado como uma nova linhagem do HKU5 (subgênero merbecovírus, que inclui o patógeno da síndrome respiratória do Oriente Médio, MERS), reacende debates sobre a origem da Covid-19, já que Shi é ligada ao Instituto de Wuhan, alvo de teorias não comprovadas de que o SARS-CoV-2 teria vazado de um laboratório da cidade. A cientista nega qualquer responsabilidade do instituto na pandemia.

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          Embora não haja evidências de transmissão humana do novo vírus, o uso do receptor ACE2 — chave para a infecção por Covid-19 — levantou preocupações. O anúncio, divulgado pelo South China Morning Post, impactou os mercados: ações de fabricantes de vacinas, como Moderna (+6,4%), BioNTech (+5,1%), Pfizer (+1,7%) e Novavax (+7,3%), subiram na bolsa de Nova York.

          petróleo recuou com o sinal negativo ampliado pela piora no sentimento de risco, após relatos do novo coronavírus.

          Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o contrato de petróleo WTI (WTI) para abril fechou em queda de 2,87% (US$ 2,08), a US$ 70,40 o barril, enquanto o Brent (BRENT) para mesmo mês, negociado na Intercontinental Exchange (ICE), recuou 2,68% (US$ 2,05), a US$ 74,43 o barril.

          Por volta das 19 horas (de Brasília), o bitcoin (BTCUSD) era negociado em queda de 3%, a US$ 95.330.

          Mais sobre o estudo do novo coronavírus

          O estudo recente (veja aqui) revelou a descoberta de uma nova linhagem de coronavírus, denominada HKU5-CoV-2, presente em morcegos, que apresenta risco potencial de transmissão para humanos. O vírus utiliza eficientemente o receptor humano ACE2, o mesmo utilizado pelo SARS-CoV-2, causador da Covid-19, e demonstra ampla capacidade de infectar diferentes tipos de células humanas.

          Pesquisadores utilizaram técnicas avançadas de criomicroscopia eletrônica (crio-EM) para analisar o domínio de ligação ao receptor (RBD) do HKU5-CoV-2, identificando um modo de ligação distinto em comparação com outros coronavírus relacionados. Essa análise mostrou que o HKU5-CoV-2 está melhor adaptado ao receptor ACE2 humano do que sua linhagem anterior, o HKU5-CoV-1.

          Fonte: Estudo ‘Bat-infecting merbecovirus HKU5-CoV lineage 2 can use human ACE2 as a cell entry receptor’

          Testes laboratoriais confirmaram que o vírus é capaz de infectar linhas celulares humanas expressando ACE2, além de organoides pulmonares e intestinais, simulando infecções no trato respiratório e digestivo humano. Esses achados destacam o risco zoonótico representado por essa nova linhagem de coronavírus, reforçando a necessidade de vigilância contínua sobre vírus animais com potencial de transbordamento para humanos.

          Os merbecovírus, grupo ao qual o HKU5-CoV-2 pertence, incluem espécies como o coronavírus relacionado à MERS e outros vírus encontrados em morcegos e ouriços.

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          Ibovespa B3

          Com giro a R$ 24,5 bilhões em dia de vencimento de opções sobre ações, o Ibovespa (IBOV) chegou a piorar no meio da tarde, mas moderou o ajuste em direção ao fechamento, em baixa de 0,37%, conservando o nível de 127 mil pontos pela terceira sessão hoje, aos 127.128,06.

          Na semana, teve perda de 0,85%, após avanço de 2,89% no intervalo precedente. Dessa forma, colheu o segundo revés em sete semanas completas desde o início do ano. Em 2025, avança 5,69% e, em fevereiro, sustenta alta de 0,79%.

          “O Ibovespa veio ontem de leves ganhos amparado em Vale e na valorização das commodities com alta então no papel da mineradora acima de 3%. Hoje, o índice mais do que devolveu o avanço do dia anterior, com agenda esvaziada e fala do ministro Haddad que, pela manhã, não causou maior impacto sobre a precificação dos ativos”, diz Bruna Centeno, economista e advisor da Blue3 Investimentos.

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          Ela acrescenta que, lá fora, o dia foi de baixa para os rendimentos dos Treasuries e, também, para os índices de ações em Nova York, após recuo no índice de confiança do consumidor nos EUA, que contribuiu para reforçar a cautela dos investidores nesta última sessão da semana.

          Aqui, no meio da tarde, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou abertura de crédito extraordinário de R$ 4 bilhões para linhas do Plano Safra, e criticou a demora do Congresso em aprovar o Orçamento de 2025. Segundo ele, os recursos serão acomodados dentro dos limites do arcabouço fiscal quando o orçamento for aprovado.

          Em paralelo, no exterior, a identificação de um novo coronavírus na China, com potencial pandêmico segundo avaliação científica, piorou o sentimento do mercado e deu impulso às ações de empresas farmacêuticas em Nova York.

          Por lá, contudo, os principais índices fecharam em baixa de 1,69% (Dow Jones), 1,71% (S&P 500) e 2,20% (Nasdaq).

          À tarde, a retomada da retórica protecionista por Trump, ao reiterar que anunciará em 2 de abril tarifas de 25% sobre carros importados, não contribuiu para o apetite por ativos de risco nesta sexta-feira.

          Por aqui, o dólar encerrou o dia bem mais perto da máxima (R$ 5,7362) do que da mínima (R$ 5,6943) da sessão, em alta de 0,46%, a R$ 5,7306. Na B3, o Ibovespa tocou mínima a 126 483,02 pontos, em queda então de 0,88%.

          No quadro mais amplo, porém, a especialista da Blue3 destaca a tendência de prosseguimento do ajuste de baixa do dólar frente a moedas de referência e também ao real, em meio à expectativa de entendimento entre EUA e China que evite escalada protecionista que era sinalizada pelo presidente americano, Donald Trump, desde antes da posse em 20 de janeiro.

          Assim, embora a moeda americana tenha avançado 0,60% frente ao real na semana, ainda acumula perda de 1,82% no mês.

          Na B3, as expectativas para o comportamento das ações no curtíssimo prazo permaneceram inalteradas no Termômetro Broadcast Bolsa desta sexta-feira.

          Como na última edição, entre os participantes, as previsões de alta, queda e estabilidade para o Ibovespa na próxima semana permaneceram com fatia de 33,33%, cada.

          Nesta sexta-feira, o desempenho das ações de primeira linha foi negativo, à exceção da principal delas, Vale (VALE3), que fechou na máxima do dia, a R$ 58,16, em alta de 0,73%, após ganho de 3,68% ontem – na semana, o papel da mineradora avançou 4,47%, colocando a alta do mês a 7,37%.

          B3, Ibovespa
          (Imagem: Reprodução/Site Oficial B3)

          Em dia negativo para as cotações do petróleo, Petrobras (PETR3;PETR4) cederam hoje 0,56% e 0,29%, ainda retendo ganho de 3,45% e de 2,54% na semana, pela ordem.

          A semana, por outro lado, foi negativa para as ações de grandes bancos, com destaque para Bradesco, que cedeu 2,07% (ON) e 2,87% (PN) (BBDC3;BBDC4) no intervalo.

          Nesta sexta-feira, as perdas entre as maiores instituições ficaram entre 0,07% (Banco do Brasil ON) (BBAS3) e 0,92% (Bradesco PN), moderando a baixa em direção ao fechamento – o que contribuiu para a relativa melhora do Ibovespa, assim como o desempenho de Vale.

          Na ponta ganhadora do Ibovespa na sessão, destaque para Automob (+3,85%), CVC (+1,66%), WEG (WEGE3) (+1,63%) e Marfrig (MRFG3) (+1,62%).

          No lado oposto, Lojas Renner (LREN3) (-14,00%), que divulgou balanço trimestral na noite anterior, à frente de PetroReconcavo (RECV3) (-4,78%), Embraer (EMBR3) (-3,67%) e Localiza (RENT3) (-3,66%).

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          Wall Street

          As bolsas de Nova York fecharam em queda nesta sexta-feira, 21, com vários catalisadores. Investidores assimilaram dados do sentimento do consumidor dos EUA, divulgados pela Universidade de Michigan, que mostrou uma queda maior do que o esperado, além de declarações do presidente Donald Trump.

          A queda nas ações se intensificou à tarde, com a divulgação de relatos sobre a descoberta de um novo coronavírus com potencial pandêmico na China.

          O recuo também ocorreu em meio ao vencimento de opções, que normalmente já gera maior volatilidade nos mercados.

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          O índice Dow Jones (US30) caiu 1,69%, a 43.428,02 pontos. O S&P 500 (SP500) cedeu 1,70%, a 6.013,22 pontos, enquanto o Nasdaq (IXIC) teve queda de 2,20%, a 19.524,01 pontos.

          A dinâmica ocorre após o S&P 500 atingir um novo recorde de fechamento na quarta-feira, impulsionado pela divulgação da ata da última reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed)

          Hoje, Trump afirmou que não vê importância na participação de Zelensky nas negociações de paz com a Rússia, dizendo que “ele torna muito difícil fazer acordos”. Já em outra agenda, em uma reunião com governadores, o republicano acrescentou: “Tarifa é agora minha quarta palavra favorita, depois de Deus, religião e amor”.

          O Dow Jones foi pressionado pela queda de 7,31% da UnitedHealth, investigada por possíveis fraudes no Medicare.

          Apesar da confirmação de Trump sobre tarifas de 25% sobre carros importados, Ford (-1,17%) e General Motors (-3,34%) recuaram, com preocupações relacionadas à possibilidade de tarifas sobre a importação de peças automotivas. A Tesla (-4,68%) caiu após anunciar recall de 380 mil veículos.

          A Rivian recuou 4,70% com previsões de prejuízo maior que o esperado para 2025, enquanto a Dropbox tombou 16,15% após resultados financeiros negativos.

          Por outro lado, o ADR da Alibaba subiu 5,68%, estendendo o rali de ontem, após resultados trimestrais.

          (Com Estadão Conteúdo)

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