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Consciência financeira, matemática e o casamento

Publicado por Ricardo Pereira em 03.9.2008 na seção Finanças Pessoais, Imóveis

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Consciência financeira, matemática e o casamentoA saúde financeira da família é o termômetro definitivo quando se pensa no futuro e as aventuras que ele nos reserva. Felicidade não tem preço - isso é uma verdade absoluta e indiscutível -, mas ter uma expectativa mínima de sucesso e viver um futuro pleno são questões intimamente ligadas ao desejo de bem estar. E isso envolve dinheiro[bb].

Erros e acertos
A maneira como somos educados hoje propõe, infelizmente, que só muito tarde tenhamos consciência da utilidade do dinheiro. Normalmente, nessa fase (entre 15 e 18 anos) já ocorrem os primeiros grandes erros financeiros que podem nos acompanhar por boa parte da vida. Alguns por falta de bons exemplos e exercício prévio.

Pois bem, já falamos anteriormente que decisões tomadas em momentos de grande emoção podem representar insucessos e perdas consideráveis. Essa máxima pode ser levada adiante em diversos momentos, desde os preparativos para o inicio de uma vida a dois, por exemplo, até a fase da transição do namoro para o casamento.

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Consórcio - Nas entrelinhas, um mau negócio

Publicado por Conrado Navarro em 16.6.2008 na seção Educação Financeira, Imóveis

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Consórcio - Nas entrelinhas, um mau negócioGiba comenta: “Navarro, gostaria de ler um artigo ou mesmo uma breve resposta sua sobre a compra da casa própria através do consórcio. As prestações sempre são mais baixas que a dos financiamentos, o total pago ao final também, mas acho que tanto o lance quanto o sorteio são questões que parecem inviabilizar sua matemática para a maioria dos brasileiros. Estou certo? Obrigado.”

Contrariando a forma mais elegante com que escrevo o início de meus artigos, deixo claro que não sou fã dos consórcios, especialmente os imobiliários. Ah, sim, estou pronto para as pedradas! Matematicamente atraente, o consórcio esconde algumas armadilhas capazes de inviabilizar o negócio e transformá-lo em uma alternativa de compra mais cara que os usuais financiamentos via SAC e(ou) Tabela Price:

Armadilha 1: Sustentar a ilusão de que será sorteado rapidamente
O otimismo característico do brasileiro e sua fé inabalável são fatores emocionais perigosos quando o assunto é negociar um bem caro ou investir na casa própria[bb]. O brasileiro típico, que mora de aluguel, acaba entrando em um consórcio esperando ser sorteado ainda no primeiro ou segundo ano. Imagine que o prazo total do consórcio seja de 15 anos (comum) e as chaves saiam apenas no décimo ano. Vale a pena pagar o aluguel e a prestação até lá?

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A casa própria e o imóvel como investimento

Publicado por Ricardo Pereira em 06.6.2008 na seção Imóveis

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A casa própria e o imóvel como investimentoPor muitas vezes conversamos sobre imóveis enquanto alternativa de investimento. O tema continua sendo muito oportuno. Quando o país apresenta um crescimento sustentado, ótimas opções de investimento[bb] surgem em um piscar de olhos. Assim, estar preparado para aproveitar uma boa chance de multiplicar seu capital é sempre um grande desafio.

O primeiro ponto que vou abordar vem de um assunto extremamente polêmico: a casa própria. Afinal de contas, a casa própria é ou não é um investimento? Todos sonham em fugir do aluguel e uma grande maioria o encara como um dos grandes vilões da vida moderna. O Navarro já abordou o tema em outro excelente artigo: “Imóvel, comprar ou alugar?”

Reconheço que pagar uma quantia alta por uma moradia que não é sua pode ser desgastante, mas em alguns isso representa uma oportunidade, principalmente para casais que estão começando uma vida a dois. No país onde qualquer financiamento cobra juros relativamente altos, o aluguel pode ter seu lado bom. Pode. Mas o que você entende de imóveis[bb]?

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Leilão de imóveis: dicas e cuidados

Publicado por Conrado Navarro em 10.3.2008 na seção Imóveis

Educação Financeira e Finanças PessoaisRicardo comenta: “Navarro, alguns amigos meus, que compraram imóveis participando de leilões, disseram que essa é uma forma de comprarmos boas casas e apartamentos por preços mais baixos. Isso é verdade? Nunca participei de um leilão antes e gostaria de saber quais os cuidados que devo tomar e como começar. Obrigado.”

Ricardo, obrigado pela visita. Os leilões são importantes e oferecem boas oportunidades, mas merecem a mesma atenção dada à compra de imóveis[bb] através de corretores e imobiliárias. Como em uma compra usual, é preciso validar, por exemplo, as referências do imóvel, sua situação perante a justiça e seu estado de conservação. O edital, por vezes repleto de letras miúdas, é de suma importância. Leia o material com muita atenção.

É claro que existem pechinchas e imóveis com ótima relação custo/benefício. No entanto, se levarmos em conta que a maioria dos imóveis leiloados são retomados de pessoas inadimplentes, chegaremos à conclusão de que o preço mínimo será, no mínimo, igual ou superior ao prejuízo da instituição financeira responsável pelo financiamento. Ou seja, os lances mínimos praticados nos leilões muitas vezes se aproximam dos valores praticados no mercado.

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A essência de investir

Publicado por Gustavo Cerbasi em 14.1.2008 na seção Educação Financeira, Imóveis

Dinheirama - Foto geralMuitas pessoas afirmam que investem seus recursos, porém não o fazem. Elas têm a ilusão de que investem porque alocam parte de suas riquezas em algo que entendem como não sendo consumo imediato. Mas nem todo dinheiro que é direcionado para algo que possa ser revendido, isto é, convertido novamente em dinheiro no futuro, é considerado investimento[bb].

Tudo que ganha valor no tempo é um investimento, desde que você tenha condições de usufruir dos resultados obtidos com o aumento de valor. Na linguagem usada por especialistas, um investimento precisa ter liquidez, ou seja, a transformação dele em dinheiro deve ser viável quando você precisar. Não considero a casa própria, por exemplo, um investimento. Por mais que ela tenha potencial de valorização, dificilmente você aceitará, no futuro, vender sua casa supervalorizada e mudar-se para uma moradia econômica, visando viver dos rendimentos da diferença poupada. É mais provável que você ofereça a casa como entrada em uma moradia mais cara ainda. Casa própria, portanto, é consumo. Investir vai bem além de comprar bens que valorizam.

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