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Investidor brasileiro, um forte!

Publicado por Conrado Navarro em 24.7.2008 na seção Ações

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Investidor brasileiro, um forte!O investidor fiel. Assim está a manchete do caderno EU & Investimentos do jornal Valor Econômico do dia 17. Havíamos comentado em um artigo recente que o brasileiro vem trazendo a Bovespa[bb] “nas costas”, impedindo que as quedas se agravem ainda mais. Através da reportagem assinada por Angelo Pavini temos números interessantes que mostram a virada da pessoa física no mercado de ações. Antes, acompanhe como o jornalista começou seu texto:

“O investidor brasileiro é, antes de tudo, um forte. É ele quem tem evitado que a Bolsa de Valores de São Paulo despenque ainda mais, comprando ações enquanto os estrangeiros batem em retirada e os fundos de pensão reduzem suas posições no mercado brasileiro.”

Vamos ver a proporção da força brasileira?
Até o início do mês, os brasileiros compraram liquidamente R$ 7,82 bilhões direto na bolsa. Outros R$ 1,35 bilhões entraram no mercado via fundos de varejo, segundo o site Fortuna. Total líquido investido pela pessoa física na bolsa: R$ 9,18 bilhões. No mesmo período, os “gringos” tiraram R$ 9,86 bilhões de nosso mercado. “Pau a pau”, como diria um amigo meu.

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Crise nos mercados = Saldão na Bovespa?

Publicado por Ricardo Pereira em 16.7.2008 na seção Ações

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O mercado de ações ao seu alcanceA leitura que podemos fazer do atual momento econômico nos leva a duas grandes constatações: a primeira, e mais obvia, é a evidente alta dos preços. Tudo está mais caro. A segunda constatação é de que esta pode ser a hora de entrar no mercado de ações[bb], devido aos ativos “baratos” de boas empresas. Será que estamos diante de um saldão de ativos? Alguns acreditam que sim. E você?

Crise é oportunidade de crescimento
Desde a década de 1980, a Bovespa passou por 13 grandes crises. Passado cada furacão, o saldo final das crises foi, em alguns casos, de desvalorização de mais de 50% do índice Bovespa. Em uma tradução simplista, durante as crises os investidores chegaram a “perder” metade do seu investimento.

Cada crise teve seu motivo – e outras virão com outros mais -, mas o fato concreto é que não existem crises eternas. Mais, crises são ótimas oportunidades para o que o investidor antenado perceba e aproveite ótimas chances de ganhar, comprando na baixa. Ou não é verdade que quem entrou na bolsa nos piores momentos se deu muito bem? Afinal, a tendência de alta no longo prazo se mantém inalterada.

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Dinheiro e o silencioso som da disciplina

Publicado por Conrado Navarro em 01.7.2008 na seção Educação Financeira

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Quanto é ser muito rico?Marta comenta: “Navarro, li alguns livros indicados aqui e muitos dos artigos que escreve. Percebo sempre a forte ênfase à necessidade de disciplina e planejamento, atividades que, segundo seus textos, são fundamentais para que haja poder de investimento e futuro. Será que pode dar alguns exemplos mais tangíveis de disciplina financeira[bb] e quais seus reais diferenciais? Muito obrigada.”

Resumir o poder da disciplina é um desafio e tanto para alguém tão novo como eu. Vamos lá, que tal encarar a disciplina como o algo mais capaz de nos manter na rota determinada, ainda que “excelentes oportunidades” ou percalços apareçam durante a trajetória? A afirmação soa textual, abstrata demais? Continue lendo, por favor.

Que fator é essencial para que uma pessoa pare de fumar? Força de vontade? Perceba que ao traçar o objetivo, a caminhada até ele passa a ser um reflexo de nossas atitudes e decisões, o que implica grande dose de, advinhe, disciplina. Não se assuste com a “fumaça” levantada aqui com o cigarro, afinal usar o exemplo-padrão facilita a compreensão da idéia e torna simples a ponte necessária para o aspecto financeiro.

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Entendendo a matemática dos juros compostos

Publicado por Conrado Navarro em 12.5.2008 na seção Educação Financeira

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Juros Compostos e seu poder!Alberto comenta: “Navarro, decidi investigar melhor as alternativas de investimento disponíveis no mercado e percebi que muitos dos produtos oferecem rentabilidades semelhantes, com diferenças que nem sempre passam de 0,5%. Como não sei o impacto deste diferencial no futuro, peço sua ajuda. Afinal de contas, vale a pena brigar por 0,5%? Pode demonstrar, sem complicar, o tal juro composto? Obrigado.”

Lembro-me de uma das primeiras aulas de Engenharia Econômica Avançada, quando o ilustre Prof. José Arnaldo lançou a seguinte pergunta aos alunos da pós-graduação: “Pessoal, 0,5% é muito? É pouco? Por que”? A cada instante a palavra mudava de mãos. Cada aluno tinha tempo para comentar sua resposta, sem pressão ou impressão de certo ou errado. Os que respondiam “Depende!” ouviam, imediatamente, a réplica incisiva do professor. “Depende de quê”?

“É muito!”, respondi com convicção. Lembrei-me de quatro anos seguidos de investimentos[bb] conservadores, realizados durante meus primeiros anos de trabalho, e do aprendizado adquirido depois de confrontá-los com as opções feitas por alguns de meus familiares. Fiquei para trás, escolhi mal os produtos bancários disponíveis e senti na pele o tamanho real do meio ponto percentual comentado em sala de aula.

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Grau de investimento chegou cedo? Ótimo!

Publicado por Ricardo Pereira em 02.5.2008 na seção Economia Geral

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Grau de investimento veio mais cedo? Ótimo!A agência de classificação de risco Standard & Poor´s anunciou, nesta quarta-feira (30), a elevação do rating do Brasil a grau de investimento. A boa notícia surpreendeu por ter sido reportada e comentada em véspera de feriado nacional, antes do que esperava o mercado. Era senso comum de que a estabilidade da economia brasileira e o bom desempenho alcançado mesmo durante a grave crise econômica dos Estados Unidos trariam em breve a conquista do grau de investimento.

Entretanto, nem mesmo o economista mais otimista supunha que ele chegaria antes do terceiro trimestre deste ano. O grau de investimento é uma classificação dada pelas agências de risco a títulos de empresas e países com baixo risco de calote. No caso do Brasil, a Standard & Poor’s foi a primeira agência a classificar o país desta forma. Ela avaliou critérios macroeconômicos e concedeu notas que colocaram o País nesta posição.

Na prática, pensando nos investimentos[bb], o grau de investimento funciona como uma permissão para que instituições e investidores estrangeiros apliquem seus recursos em papéis da dívida brasileira, o que deve atrair ainda mais recursos de fora. Assim, o real deve se apreciar ainda mais frente ao dólar; e as ações de empresas, principalmente de bancos, serão melhor avaliadas pelos investidores e devem subir no curto prazo.

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