IPO - Oferta pública inicial da VisaNet
Publicado por Leandro Martins em 23.6.2009 na seção Ações
Passada a euforia do mercado de ações, onde aconteciam IPOs com muita frequência, voltaremos a ter um nova oferta pública de grande porte, da empresa VisaNet. Conforme informado pela empresa, as ações distribuídas no âmbito da oferta serão listadas no Novo Mercado, segmento especial com alto grau de Governança Corporativa da BM&F Bovespa, sob o código VNET3.
A oferta será destinada ao público em geral, observando os limites mínimo e máximo de investimento, entre R$ 3 mil e R$ 300 mil. O preço de cada ação será fixado entre o intervalo de R$ 12,00 a R$ 15,00. Tal operação poderá atingir valor total de captação de R$ 9,7 bilhões, o que ultrapassaria o primeiro lugar entre as ofertas iniciais brasileiras: OGX Petróleo, que captou R$ 6,7 bilhões. O encerramento do período de reservas será dado no próximo dia 24 de junho, amanhã.
Mas o que é um IPO e quais os riscos e suas características?
Uma Oferta Pública Inicial de ações (Initial Public Offering - IPO) é feita quando uma empresa limitada abre seu capital, transformando-se em uma Sociedade Anônima. Com isso, ela negociará suas ações na bolsa de valores. Ao aplicar em uma empresa que está abrindo o seu capital, é importante antes de fazer a reserva junto à sua corretora analisar detalhadamente o prospecto (documento que possui diversas informações sobre a companhia).




Muitos leitores do Dinheirama e ouvintes do podcast “Futura Dinheiro” enviaram mensagens pedindo que as mudanças na economia apresentadas na semana passada fossem rapidamente comentadas. A queda da Selic para um patamar de um dígito deveria influenciar os juros praticados nos empréstimos e financiamentos? O que o consumidor deve saber sobre a mudança na economia para planejar melhor sua vida financeira? Que investimentos sofrerão ajustes com os atuais 9,25% ao ano da taxa básica de juros? E as mudanças na poupança, vão ou não vão acontecer?
Livro:
Nos últimos meses, e durante todos os dias, analistas dos mais diversos países e setores observam com lupa – e muita preocupação – índices econômicos e produtivos que são constantemente divulgados. São análises e opiniões sobre a possibilidade de crescimento dos países, de estagnação econômica, de desemprego e por aí vai. De concreto, e com base nesses números, tem-se feito muito pouco: as ações têm sido concentradas em dar liquidez aos bancos.
A volatilidade apresentada pelo
















